Dívidas: parte II – Trazendo Esperança

enviado originalmente em 07/12/2018  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, como vai?! Tudo bem?

Espero que esta o(a) encontre novamente na graça redentora e na paz reconfortante de NSJC.

Hoje vamos dar continuidade à questão das Dívidas, as quais começamos a tratar no estudo anterior (caso não o tenha lido acesse o índice de ARTIGOS de nosso site clicando aqui ).

E pegue caderno e uma caneta (ou papel e lápis, tanto faz) pois hoje também faremos exercícios!

Recomeçando, nunca é demais lembrar:

Ter qualidade de vida e alcançar a liberdade financeira passa primeiramente por não fazer dívidas e não se gastar mais do que ganha.

É imprescindível compreender e admitir esta verdade. Já vimos que o posicionamento das Escrituras com relação às dívidas é bem claro:

Dívidas levam à escravidão

Reconhecer sua responsabilidade por sua situação atual é sempre o primeiro passo que tem que ser dado em direção à mudança.

Dessa forma, escolha ir na contramão do sistema, do pensamento dominante que diz que “todo mundo deve”, “o país deve”, “que mal há em dever?”. Esse é um pensamento maligno, pregado por uma potestade de miséria e atraso. Repreenda esse pensamento em nome do Senhor Jesus!

Tendo compreendido e reconhecido os (maus) comportamentos que levam uma pessoa ou família ao círculo vicioso das dívidas, nos resta agora começar a tomar medidas eficazes que nos permitam sair desse “atoleiro” e começar a viver uma vida próspera e abundante.

Para começarmos a melhorar esse quadro, hoje eu quero lhe trazer esperança.

Sim, esperança! Pois, por pior que esteja a sua situação atual, por mais que você não consiga ver saída para o “mar de contas” que você tem à sua volta, o mais importante na sua vida financeira nesse momento é:

  1. Decidir qual será a sua atitude daqui para frente;
  2. Reconhecer que erros foram cometidos até ontem;
  3. Ser grato pelo que conquistou até aqui.

“Quero trazer à memória o que me pode dar esperança”
Lamentações de Jeremias 3:21

Decidir mudar de situação e dar os passos necessários em direção a isso é uma coisa que cabe somente a você. Achar que apenas abrir nossos artigos e curtir nossos posts do Instagram e Facebook vai fazer uma mudança significativa na sua vida, sem que haja uma quebra de padrões e troca de hábitos, é um completo absurdo.

“A definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes.”
Rita Mae Brown

Eu começarei a acreditar que você está disposto(a) a mudar verdadeiramente de patamar de vida financeira, se você foi buscar caderno e caneta (ou lápis) quando lhe pedi logo no início deste artigo. Se não o fez, essa frase da escritora norte-americana citada acima (e não, essa frase não é de autoria de Albert Einstein) se aplica perfeitamente a você.

Decidir qual será a sua atitude daqui para a frente implica em romper com os velhos hábitos e reprogramar a sua mente de um modelo de endividamento e escassez para um de enriquecimento e abundância.

À medida que alguns velhos e maus hábitos forem sendo substituídos pelo alívio de se quitar as dívidas e começar a se formar reservas, a percepção de prosperidade alavancará os resultados e os fará ter mais prazer com menos gastos. As férias ficam melhores, mesmo sendo em lugares mais baratos; a troca do carro passa a ser mais espaçada e racional, mas mais satisfatória; as roupas de marca menos famosas duram o tanto quanto às de grifes internacionais, e custam um terço menos.

Reconhecer que erros foram cometidos até ontem tem um pouco a ver com isso que já dissemos, mas merece uma reflexão que vai um pouco além do padrão de vida atual de vocês. Vamos fazer o seu “Inventário dos Ciclos de Vida”?

No caderno (eu não consigo conceber que você ainda esteja lendo este artigo sem ter ido pegar um caderno!) escreva esse título “Inventário dos Ciclos de Vida” no topo de uma folha nova e coloque a data de hoje.

Na primeira linha, inicie com a expressão “0 a 7 anos –” e a partir do traço comece a escrever um pequeno resumo de como foi esse período da sua história: localização geográfica, pessoas à volta, realizações, influências, circunstâncias e fatos marcantes.

Ao final, registre a influência que esse período teve na sua vida financeira atual. Ao terminar, passe para o período seguinte, sempre dessa forma:

  • 0 a 7 anos –
  • 7 a 14 anos –
  • 14 a 21 anos –
  • 21 a 28 anos –
  • 28 a 35 anos –
  • 35 a 42 anos –

Somente até você chegar no período em que se encontra atualmente. Pare por aí. Não faça “previsões para o futuro” agora.

Ao término, releia o que escreveu. O objetivo desse exercício é você compreender que forças do passado atuaram no seu comportamento atual, aproveitar o que é bom e se libertar de tudo o que for ruim. Libertar-se de lamentações, acusações, sentimentos de perda, desculpas para comportamentos compulsivos, hábitos ruins, indisciplina etc.

Ao contemplar as coisas boas do passado, identifique as situações que o levaram à vitória – na ocasião, ou mesmo anos mais tarde. Tenho certeza de que mesmo algumas circunstâncias “ruins” de seu passado lhe deram importantes lições de valor ajudaram você a superá-las e fizeram você chegar aqui hoje.

E, para finalizar: Ser grato pelo que conquistou até aqui.

Um dia desses eu vi um post fantástico no Instagram, o qual repliquei imediatamente em nossas redes sociais. Ele dizia:

Que frase fantástica! Que mensagem poderosa!

Quando dei de cara com essa frase, imediatamente interrompi minha correria de tarefas e me lembrei da infância difícil, apesar dos meus pais esforçados, morando na beira do rio em uma comunidade carioca. Recordei de ter estudado como bolsista numa pequena escola mantida por uma fábrica no subúrbio do Rio de Janeiro; de ter começado como vendedor de picolés aos 12 anos de idade, e aos 15 já estar trabalhando em um grande banco, de carteira assinada, graças a vários cursos feitos no SENAC nesse meio tempo.

Agradeci imensamente a Deus pela situação atual na qual me encontro, mesmo não sendo ainda a ideal com a qual sonhei para mim e meus familiares. Mas infinitamente muito mais abençoada do que aquela em que vim ao mundo.

 


Exercício :

📝 Escreva no caderno 50 motivos de gratidão.


Sim! 50. Quaisquer motivos. Parece absurdo e difícil, mas não é. Além de ser um exercício maravilhoso.

Assim que você terminar de ler este artigo, foque em realizar essa tarefa. Abra uma nova folha e comece agradecendo por sua vida, pela de seus familiares, por sua casa, por seu trabalho, por seus amigos… Pronto! Só de lhe explicar a tarefa já lhe dei 10% dela pronta! Agora é com você.

-” Ah, Professor Anderson. A gente já fez esse exercício numa lição anterior!”

– Sim, caro(a) aluno(a). Você tem razão! Eu já passei esse exercício na lição “Eu te agradeço, Senhor” ( clique aqui caso você não lembre de ter lido).  Caso você já tenha feito esse exercício… FAÇA-O DE NOVO!  Oras, afinal, que tipo de Cristão é você que tem preguiça de ser grato ?!?!? Tenho certeza que não o é, Amém? 😊

Ao final, faça uma oração/meditação e faça um voto pessoal de ser frequentemente mais grato à vida e a tudo o que tem sido proporcionado a você, em vez de se lamentar por aquilo que não tem.

Esse é um hábito-chave poderoso e fará muitas portas se abrirem na sua vida daqui por diante.

Semana que vem voltaremos com mais exercícios voltados à solução das dívidas. E, aí sim, começaremos a atacá-las de frente. Hoje era preciso, primeiramente, dar essa “reanimada” em você. 💪

 

Contem sempre comigo! Estarei sempre por aqui.
Forte abraço! Fiquem na Paz!

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Dívidas: parte I

enviado originalmente em 09/11/2018  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, como vai?!  Tudo bem?

Espero que esta o(a) encontre novamente na graça redentora e na paz reconfortante de NSJC.

O que você tem achado de nossos encontros? Eles têm edificado a sua vida? Você já tem notado alguma diferença em sua vida financeira desde que começamos a lhe mandar nossos estudos?

Escreva para nós! Conte sua experiência, dê sua sugestão, aponte algo que possa ser melhorado. Contamos muito com as suas orações e seu feedback para edificar ainda mais a sua vida e a de muitas pessoas.

Hoje falaremos sobre um assunto que, infelizmente, faz parte da vida damaioria dos Brasileiros hoje em dia: Dívidas.  Esse é um dos assuntos mais solicitados em todas as pesquisas que fizemos. E o estudo havia ficado tão grande, que achei melhor dividi-lo em duas partes. Mãos à obra!

Para começar, se você está endividado, o único consolo imediato que eu posso lhe dar  é te dizer: você não está sozinho.

Nesse exato momento, algo em torno de 60 milhões de brasileiros estão trabalhando mais somente para pagar juros de dívidas.

Ao observarmos a nossa vida ou a de alguma pessoa próxima que viva sob o jugo da dívida, vamos perceber sintomas de dependência, prisão, amarras… É angustiante a escravidão que a dívida financeira traz para o ser humano.

Todos os que sofrem por conta de dívidas são capazes de jurar que são vítimas do sistema ou de fatalidades, porém incrivelmente apenas uma minoria das pessoas se encontra numa situação de dívida por conta de imprevistos de saúde, acidentes ou tragédias.

Uma análise cuidadosa revela que a maioria se enredou financeiramente em dívidas por querer algo que não podia pagar e/ou financiar um bem hoje ao invés de poupar e compra-lo amanhã.

Efetivamente, famílias que gastam mais do que ganham entram num estado de dívida permanente por ter dificuldade para dizer “não” em relação a gastos e padrões de consumo do mundo moderno.

 

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“Muitas pessoas gastam dinheiro que não tem, para impressionar pessoas que não gostam para comprar coisas que não precisam.” 

(Will Rogers, ator norte-americano, 1879 – 1935)

 

 

Esse estilo de vida revela nossa aceitação e concordância com o padrão de consumo estabelecido pelo mundo, e que vai na contramão do que a Palavra de Deus nos ensina:

 

“Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes(…)” 

Hebreus 13:5a

Pelo padrão do mundo, pressões da sociedade nos levam a um padrão de consumo cada vez mais elevado. O ser humano pós-modernista se escraviza através do consumismo exagerado e da dependência das dívidas para manter o seu padrão de consumo elevado – conforme já vimos anteriormente no estudo “A maldição da classe média”.

Se não se libertarem do sistema predominante, a maioria das pessoas passará a vida inteira trabalhando para gastar com coisas, muitas vezes supérfluas, na ilusão vendida de que a felicidade está no acúmulo dessas coisas.

Entenda, o que vou dizer a seguir é muito forte, mas a verdade é que o sistema vigente depende do seu consumo contínuo para sobreviver.Mesmo que para isso você e as pessoas inseridas nele venham a morrer.

 

“As pessoas se tornam escravas simplesmente porque 

Imageaprenderam a permanecer a vida inteira trabalhando para ganhar dinheiro, enquanto deveriam colocar o dinheiro para trabalhar para elas.”

 

 

(Robert Toru Kiyosaki – autor do livro “Pai Rico, Pai Pobre)

 

 

Antes de gastar o que não tem – através das dívidas – lidando da forma errada com o dinheiro, para realizar desejos pessoais e servir ao mundo, um Cristão fiel deveria procurar conhecer os conselhos Bíblicos a respeito desta situação.

“O rico domina sobre os pobres e o que toma emprestado é servo do que empresta”

Provérbios 22:7

Dessa forma, escolha ir na contramão do sistema, do pensamento dominante que diz que “todo mundo deve”,  “o país deve”,  “que mal há em dever?”.  Ter qualidade de vida e alcançar a liberdade financeira passa primeiramente por não fazer dívidas e não se gastar mais do que ganha.

“Não seja como aqueles que,  com um aperto de mãos,  empenham-se com outros e se tornam fiadores de dívidas; se você não tem como pagá-las, por que correr o risco de perder até a cama em que dorme?”


Provérbios 22:26-27

Dívida é algo tão grave que a Bíblia compara o pecado com uma dívida que não podemos nunca pagar, porque é tão grande. Merecemos castigo por termos contraído uma dívida tão grande mas Deus decidiu nos perdoar. Na cruz, Jesus pagou a dívida toda! Agora podemos viver livre da dívida do pecado e nunca mais sermos escravos de Satanás e suas armadilhas.

“Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens.”

1 Coríntios 7:23

Parou para perceber que “bom preço” é esse ao qual o Ap. S. Paulo se refere? Sim. É o sangue de Cristo , que foi derramado para você ser livre, e não aprisionado por amarras deste mundo.

Uma vez compreendidas estas verdades, na semana que vem vou trazer para vocês dicas práticas e efetivas para evitar entrar nas dívidas e também para sair delas da melhor forma.

Minha oração é que por hoje você possa refletir sobre o estado que se encontra, e que este não é simplesmente a consequência das decisões que você vem tomando até aqui. Reconheça sua responsabilidade por sua situação atual. Pare de culpar os outros.

 

Peça a Deus que lhe mostre os ajustes que você terá que fazer em seu estilo de vida para começar a mudar esta situação de dentro pra fora, e sabedoria para fazer estes ajustes na ordem e tempo certos.

Compartilhe essa reflexão com outros irmãos de sua Igreja, discuta esse assunto na próxima reunião de seu pequeno grupo ou Ministério. Veja o que outros irmãos têm feito para se livrar das dívidas e se ajudem mutuamente a melhorar nesse sentido.

Contem sempre comigo! Estarei sempre por aqui.
Forte abraço! Fiquem na Paz!

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