Dívidas: parte II – Trazendo Esperança

enviado originalmente em 07/12/2018  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, como vai?! Tudo bem?

Espero que esta o(a) encontre novamente na graça redentora e na paz reconfortante de NSJC.

Hoje vamos dar continuidade à questão das Dívidas, as quais começamos a tratar no estudo anterior (caso não o tenha lido acesse o índice de ARTIGOS de nosso site clicando aqui ).

E pegue caderno e uma caneta (ou papel e lápis, tanto faz) pois hoje também faremos exercícios!

Recomeçando, nunca é demais lembrar:

Ter qualidade de vida e alcançar a liberdade financeira passa primeiramente por não fazer dívidas e não se gastar mais do que ganha.

É imprescindível compreender e admitir esta verdade. Já vimos que o posicionamento das Escrituras com relação às dívidas é bem claro:

Dívidas levam à escravidão

Reconhecer sua responsabilidade por sua situação atual é sempre o primeiro passo que tem que ser dado em direção à mudança.

Dessa forma, escolha ir na contramão do sistema, do pensamento dominante que diz que “todo mundo deve”, “o país deve”, “que mal há em dever?”. Esse é um pensamento maligno, pregado por uma potestade de miséria e atraso. Repreenda esse pensamento em nome do Senhor Jesus!

Tendo compreendido e reconhecido os (maus) comportamentos que levam uma pessoa ou família ao círculo vicioso das dívidas, nos resta agora começar a tomar medidas eficazes que nos permitam sair desse “atoleiro” e começar a viver uma vida próspera e abundante.

Para começarmos a melhorar esse quadro, hoje eu quero lhe trazer esperança.

Sim, esperança! Pois, por pior que esteja a sua situação atual, por mais que você não consiga ver saída para o “mar de contas” que você tem à sua volta, o mais importante na sua vida financeira nesse momento é:

  1. Decidir qual será a sua atitude daqui para frente;
  2. Reconhecer que erros foram cometidos até ontem;
  3. Ser grato pelo que conquistou até aqui.

“Quero trazer à memória o que me pode dar esperança”
Lamentações de Jeremias 3:21

Decidir mudar de situação e dar os passos necessários em direção a isso é uma coisa que cabe somente a você. Achar que apenas abrir nossos artigos e curtir nossos posts do Instagram e Facebook vai fazer uma mudança significativa na sua vida, sem que haja uma quebra de padrões e troca de hábitos, é um completo absurdo.

“A definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes.”
Rita Mae Brown

Eu começarei a acreditar que você está disposto(a) a mudar verdadeiramente de patamar de vida financeira, se você foi buscar caderno e caneta (ou lápis) quando lhe pedi logo no início deste artigo. Se não o fez, essa frase da escritora norte-americana citada acima (e não, essa frase não é de autoria de Albert Einstein) se aplica perfeitamente a você.

Decidir qual será a sua atitude daqui para a frente implica em romper com os velhos hábitos e reprogramar a sua mente de um modelo de endividamento e escassez para um de enriquecimento e abundância.

À medida que alguns velhos e maus hábitos forem sendo substituídos pelo alívio de se quitar as dívidas e começar a se formar reservas, a percepção de prosperidade alavancará os resultados e os fará ter mais prazer com menos gastos. As férias ficam melhores, mesmo sendo em lugares mais baratos; a troca do carro passa a ser mais espaçada e racional, mas mais satisfatória; as roupas de marca menos famosas duram o tanto quanto às de grifes internacionais, e custam um terço menos.

Reconhecer que erros foram cometidos até ontem tem um pouco a ver com isso que já dissemos, mas merece uma reflexão que vai um pouco além do padrão de vida atual de vocês. Vamos fazer o seu “Inventário dos Ciclos de Vida”?

No caderno (eu não consigo conceber que você ainda esteja lendo este artigo sem ter ido pegar um caderno!) escreva esse título “Inventário dos Ciclos de Vida” no topo de uma folha nova e coloque a data de hoje.

Na primeira linha, inicie com a expressão “0 a 7 anos –” e a partir do traço comece a escrever um pequeno resumo de como foi esse período da sua história: localização geográfica, pessoas à volta, realizações, influências, circunstâncias e fatos marcantes.

Ao final, registre a influência que esse período teve na sua vida financeira atual. Ao terminar, passe para o período seguinte, sempre dessa forma:

  • 0 a 7 anos –
  • 7 a 14 anos –
  • 14 a 21 anos –
  • 21 a 28 anos –
  • 28 a 35 anos –
  • 35 a 42 anos –

Somente até você chegar no período em que se encontra atualmente. Pare por aí. Não faça “previsões para o futuro” agora.

Ao término, releia o que escreveu. O objetivo desse exercício é você compreender que forças do passado atuaram no seu comportamento atual, aproveitar o que é bom e se libertar de tudo o que for ruim. Libertar-se de lamentações, acusações, sentimentos de perda, desculpas para comportamentos compulsivos, hábitos ruins, indisciplina etc.

Ao contemplar as coisas boas do passado, identifique as situações que o levaram à vitória – na ocasião, ou mesmo anos mais tarde. Tenho certeza de que mesmo algumas circunstâncias “ruins” de seu passado lhe deram importantes lições de valor ajudaram você a superá-las e fizeram você chegar aqui hoje.

E, para finalizar: Ser grato pelo que conquistou até aqui.

Um dia desses eu vi um post fantástico no Instagram, o qual repliquei imediatamente em nossas redes sociais. Ele dizia:

Que frase fantástica! Que mensagem poderosa!

Quando dei de cara com essa frase, imediatamente interrompi minha correria de tarefas e me lembrei da infância difícil, apesar dos meus pais esforçados, morando na beira do rio em uma comunidade carioca. Recordei de ter estudado como bolsista numa pequena escola mantida por uma fábrica no subúrbio do Rio de Janeiro; de ter começado como vendedor de picolés aos 12 anos de idade, e aos 15 já estar trabalhando em um grande banco, de carteira assinada, graças a vários cursos feitos no SENAC nesse meio tempo.

Agradeci imensamente a Deus pela situação atual na qual me encontro, mesmo não sendo ainda a ideal com a qual sonhei para mim e meus familiares. Mas infinitamente muito mais abençoada do que aquela em que vim ao mundo.

 


Exercício :

📝 Escreva no caderno 50 motivos de gratidão.


Sim! 50. Quaisquer motivos. Parece absurdo e difícil, mas não é. Além de ser um exercício maravilhoso.

Assim que você terminar de ler este artigo, foque em realizar essa tarefa. Abra uma nova folha e comece agradecendo por sua vida, pela de seus familiares, por sua casa, por seu trabalho, por seus amigos… Pronto! Só de lhe explicar a tarefa já lhe dei 10% dela pronta! Agora é com você.

-” Ah, Professor Anderson. A gente já fez esse exercício numa lição anterior!”

– Sim, caro(a) aluno(a). Você tem razão! Eu já passei esse exercício na lição “Eu te agradeço, Senhor” ( clique aqui caso você não lembre de ter lido).  Caso você já tenha feito esse exercício… FAÇA-O DE NOVO!  Oras, afinal, que tipo de Cristão é você que tem preguiça de ser grato ?!?!? Tenho certeza que não o é, Amém? 😊

Ao final, faça uma oração/meditação e faça um voto pessoal de ser frequentemente mais grato à vida e a tudo o que tem sido proporcionado a você, em vez de se lamentar por aquilo que não tem.

Esse é um hábito-chave poderoso e fará muitas portas se abrirem na sua vida daqui por diante.

Semana que vem voltaremos com mais exercícios voltados à solução das dívidas. E, aí sim, começaremos a atacá-las de frente. Hoje era preciso, primeiramente, dar essa “reanimada” em você. 💪

 

Contem sempre comigo! Estarei sempre por aqui.
Forte abraço! Fiquem na Paz!

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Afinal, é bom ser rico?

enviado originalmente em 20/04/2018  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, como vai você? Tudo bem?
Que a Graça e a Paz de NSJC estejam com você e sua casa!

O assunto de hoje é esse: Afinal, é bom ser rico?

Infelizmente a maioria dos brasileiros responderia, se fosse entrevistado(a) quanto a isso, que não. Embora, na prática, todos desejemos ao contrário: basta ver as filas que se formam nas portas das casas lotéricas toda vez que a Mega Sena fica com o prêmio acumulado. Resumidamente, a verdade é que no Brasil todos querem ficar ricos mas todos acham isso errado.  Uma grande hipocrisia.

Isso se deve ao fato de que durante boa parte do processo de formação da nossa sociedade, dada uma série de fatores (políticos, sociais e religiosos),  fomos incorporando uma cultura onde se acredita que ter dinheiro é ruim; ser rico é pecado; e que só é possível ganhar dinheiro passando outras pessoas para trás.

Este pensamento dominante, nocivo e equivocado, é um – dentre vários – que devemos exterminar da nossa sociedade se quisermos começar a nos tornar, de fato, um País em desenvolvimento.

O dinheiro é uma ótima ferramenta de colaboração com o desenvolvimento humano. Quando bem empregado, possibilita a realização de sonhos, como conhecer o mundo, comprar uma casa confortável, cuidar da saúde, ajudar ao próximo, prover a família, etc. Podemos dizer que o dinheiro é um facilitador.

Sempre defendo que ninguém deve ter como objetivo de vida se tornar um “Tio Patinhas”.  Ser rico somente para dizer que tem milhões guardados no banco, nadar no dinheiro que nem ele faz nos quadrinhos, de fato, não traz felicidade a ninguém – muitas das vezes, pelo contrário .

“Não esgote suas forças tentando ficar rico; tenha bom senso!”
Provérbios 23:4

Mas eu acredito que ser rico vai muito além de ter uma quantidade ‘X’ de zeros em sua conta bancária. Em uma definição curta, simples e direta podemos dizer que:

Ser rico é ser livre para criar e seguir seu próprio caminho”.

Em minha atuação profissional, enquanto Consultor Financeiro, tenho constatado – com cada vez mais frequência – o que já foi testado e estudado por diversos colegas meus ao redor do mundo: que independência financeira de fato é para poucos, mas que a liberdade financeira, esta sim pode seralcançada por qualquer pessoa.

Existe uma definição de independência financeira, atribuída ao bilionário norte-americano Warren Buffett, que diz:

“Independência financeira é você poder, a qualquer momento, pegar um avião para qualquer lugar do planeta , e lá permanecer o tempo que quiser sem se preocupar.”
Warren Buffet

De fato uma pessoa que possa fazer isso é uma pessoa que pode se considerar independente de patrão, governo ou família para se manter. Ela já possui ativos financeiros (Participações societárias, Rendas de aluguel, Aplicações financeiras , etc) que geram uma renda passiva constante.

Renda passiva é aquela na qual você não precisa trabalhar nem agir para receber. Exemplo: o rendimento de uma aplicação financeira que está no banco .

Embora a maioria de nós talvez demore muito ou nunca alcance esse estágio de independência financeira, por sua vez…

… a LIBERDADE FINANCEIRA deve ser almejada, trabalhada e conquistada por todos.

Liberdade Financeira significa ao longo da minha vida produtiva eu reservar parte dos meus ganhos para constituir reservas de segurança imediata (falamos disso no artigo anterior “A maldição da Classe Média”); e de acumulação para a realização de objetivos de curto médio e longo prazo.

  • Significa eu constituir a minha reserva financeira para comprar meu imóvel próprio ao invés de financiá-lo pagando juros de financiamento ao banco.
  • Significa eu juntar o meu próprio dinheiro para viver de renda quando decidir parar de trabalhar; ao invés de contar com a previdência oficial do governo ou com a ajuda da família.

Sim, a verdadeira riqueza está associada à liberdade. A liberdade de escolhas. De decidir o seu futuro sem depender da “sorte do sucesso”, da opinião ou da boa vontade de outras pessoas.

E como é possível alcançar essa liberdade?

Bem, não dá pra ensinar tudo de uma vez… Continue conosco, que ao longo desta jornada tenho certeza que você vai perceber que qualquer pessoa pode seguir esse caminho e alcançar essa tão sonhada liberdade.

Basta ter o mínimo de força de vontade, sonhar, e agir!

Pois o Senhor, o seu Deus, os está levando a uma boa terra, cheia de riachos e tanques de água, de fontes que jorram nos vales e nas colinas; terra de trigo e cevada, videiras e figueiras, de romãzeiras, azeite de oliva e mel; terra onde não faltará pão e onde não terão falta de nada; terra onde as rochas têm ferro e onde vocês poderão extrair cobre das colinas.

Depois que tiverem comido até ficarem satisfeitos, louvem o Senhor, o seu Deus, pela boa terra que deu a vocês. Tenham o cuidado de não se esquecer do Senhor, o seu Deus, deixando de obedecer aos seus mandamentos, às suas ordenanças e aos seus decretos que hoje ordeno a vocês.

Não aconteça que, depois de terem comido até ficarem satisfeitos, de terem construído boas casas e nelas morado, de aumentarem os seus rebanhos, a sua prata e o seu ouro e todos os seus bens, o seu coração fique orgulhoso e vocês se esqueçam do Senhor, o seu Deus, que os tirou do Egito, da terra da escravidão.

Ele os conduziu pelo imenso e pavoroso deserto, por aquela terra seca e sem água, de serpentes e escorpiões venenosos. Ele tirou água da rocha para vocês e os sustentou no deserto com maná, que os seus antepassados não conheciam, para humilhá-los e prová-los, a fim de que tudo fosse bem com vocês.

Não digam, pois, em seu coração: ‘A minha capacidade e a força das minhas mãos ajuntaram para mim toda esta riqueza’. Mas, lembrem-se do Senhor, o seu Deus, pois é ele que dá a vocês a capacidade de produzir riqueza, confirmando a aliança que jurou aos seus antepassados, conforme hoje se vê.
Deuteronômio 8:7-18

Tome posse dessa bênção, fazendo o que se pede para merecê-la.

Fique conosco, continue orando por esse Ministério, e até o próximo encontro, se Deus quiser!

Forte abraço! Fiquem na Paz!

Prof. Anderson de Alcantara

 

 

 

 

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Você e o dinheiro

enviado originalmente em 10/03/2018  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, aqui é o Anderson!
Espero que esta mensagem o(a) encontre novamente na Graça redentora e na Paz reconfortante de NSJC.

Sabe, uma das coisas que mais vi as pessoas se complicarem na vida, ao longo de 29 anos de carreira no mercado financeiro, é no seu relacionamento com o DINHEIRO.

dinheiro

 

Dinheiro é algo interessante de se analisar, porque desde sua invenção fascina, atrai e revela os verdadeiros sentimentos no coração do homem/mulher, embora no fundo não passe basicamente de uma ferramenta para facilitar um sistema de trocas.

Se eu quero trocar uma banana por uma banana, fica fácil fazer isso. Mas e se quero trocar uma banana por uma maçã? O que vale mais? Quantas bananas por maçã? E um ovo? E uma galinha?

O dinheiro também serve como reserva de capital: não consigo guardar bananas por que elas estragam. Mas se eu vender as bananas, trocando por dinheiro, consigo guardar o dinheiro.

Então basicamente o dinheiro tem essas duas funções muito práticas (e úteis): facilitar negócios e acúmulo/reserva.

Sendo assim, o dinheiro por si só não consegue ser bom ou ruim. Há uma crença popular que diz que “o dinheiro é a raiz de todos os males”. Só que na verdade não. O pensamento completo, correto, dito pelo Apóstolo São Paulo em uma de suas cartas narradas nos evangelhos nos diz:

 

“Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males…” 

1 Timóteo 6:10

 

Então, se o dinheiro é algo que não possui virtude ou defeitos próprios nem tampouco vontade ou autonomia para movimentar-se sozinho, porque ele acaba levando toda a culpa pelo fracasso de vida de algumas pessoas?

  • Por que para algumas pessoas é fácil administrar as finanças, e para outras é tão difícil?
  • Porque parece que alguns atraem dinheiro, enquanto outros o repelem?
  • Será que a vida apresenta oportunidades a todos, e as escolhas é que fazem a diferença?

Primeiramente, é preciso combater as “crenças limitantes” – ideias equivocadas que são tomadas por verdades absolutas, e que impedem muita gente de ter uma boa relação com suas finanças.

Uma das razões para isso, é o medo do dinheiro. “É o quarto maior medo do ser humano, só perdendo para o medo de falar em público, da morte e de avião, nessa ordem”. Incrível, não?!

É por isso que grande parte das pessoas sonha pequeno e acha que não tem capacidade ou não merece ter dinheiro. Então a profecia se concretiza e elas realmente não prosperam…

Outro ponto importante de encarar é que existe uma cultura negativa predominante em torno da riqueza no nosso País, onde se crê que ter dinheiro é errado, é pecado, ou que só se conseguiu obtê-lo de forma ilícita, desleal, ou explorando as pessoas.

Essa é uma das muitas armas de Satanás para nos manter no atraso e continuarmos sendo um povo miserável. Isso se deve a uma série de fatores relacionados à formação da nossa sociedade nesses 500 anos de história, impregnados de ideologia política, oligárquica e religiosa. É assunto para tese de mestrado. Coisa para se discorrer por horas. Mas o fato é que, no geral, somos um povo hipócrita: enquanto achamos errado ser rico, formamos longas filas nas portas das lotéricas quando algum prêmio alto se acumula, e corremos para nos inscrever em programas de televisão que distribuem prêmios volumosos aos participantes. Uma tremenda incoerência.

Aqui, mais uma vez enquanto Cristãos, devemos romper com o sistema mundano vigente, nos libertar de amarras de escravidão, e nos comportar diante do que nos diz o Senhor através das suas escrituras!

 

Entenda, e liberte sua mente, sabendo que para Deus não há nada de errado em você ser uma pessoa próspera. Desde que:

  • este não seja meramente o objetivo final de seus planos;
  • isso não lhe desvie dos valores do Reino e de sua Salvação;
  • você tenha a consciência de que você é MORDOMO DO SENHOR com relação a tudo o que Êle lhe confia em mãos;
  • você não se torne uma pessoa egoísta, estando sensível aos anseios da sua família, seus irmãos e da sociedade;
  • abençoe outras vidas, diretamente (ajudando) ou indiretamente (gerando empregos, apoiando oportunidades de negócios).

 

“Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de causar dano, planos de dar a vocês esperança e um futuro.”

Jeremias 29:11

 

Faça hoje ainda uma reflexão profunda e sincera sobre como tem sido a sua atitude e os sentimentos do seu coração diante do seu relacionamento com o dinheiro e os bens materiais deste mundo, pois:

 

“Assim, se vocês não forem dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio, quem lhes confiará as verdadeiras riquezas?”

Lucas 16:11

 

Contem sempre comigo! Estarei sempre por aqui.
Forte abraço! Fiquem na Paz!

Prof. Anderson de Alcantara

 

 

 

 

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Eu te agradeço, Senhor !

enviado originalmente em 30/08/2017  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, aqui é o Anderson!
Espero que esta o encontre novamente na graça redentora e na paz reconfortante de NSJC.

Mais uma vez permita-me trazer a você uma nova reflexão sobre um tema que parece ser de seu pleno conhecimento e domínio. Mas essa é uma das características que torna a Palavra de Deus viva e eficaz. Separe 10 minutinhos do seu tempo para ter esse momento à sós com Deus.

Ah! E pegue um caderno pautado e caneta, pois hoje você fará um exercício!

“Agradeçam ao Senhor por sua bondade, e por suas grandes obras em favor dos homens.”
Salmos 107:15 (Versão Católica BR)

 

 

Ao longo das reflexões anteriores, vimos meditando sobre valores-base do Reino de Deus que devem permear todas as nossas atitudes para que estas sejam reflexo da transformação que o Senhor fez em nossos corações, em todas as áreas da nossa vida: preparo, honestidade, servir, ser excelente, ser paciente, etc.

Ao falarmos de valores e virtudes estritamente financeiras, qualquer Cristão irá imediatamente elencar a FIDELIDADE e a GENEROSIDADE como sendo características que, uma vez cumpridas em nossas vidas, gera no coração de Deus uma atração em relação à nós e com isso somos automaticamente abençoados.  Eu gostaria de lhe dizer que há algo que o Senhor quer enxergar dentro de nossos corações antes destas coisas.

 

Deus se alegra quando vê um coração grato!

 

Qualquer pessoa educada sabe que deve agradecer quando recebe um presente. A verdadeira gratidão se reflete, também, de outras maneiras. Falamos para outras pessoas; cuidamos bem do presente recebido; procuramos agradar à pessoa que se mostrou generosa para conosco; etc.

A gratidão faz parte da vida do servo de Deus. Devemos mostrar a gratidão para com outros homens, mas o foco deste artigo é a nossa gratidão para com Deus.

Ela deve começar no momento em que você reconhece todas as dores, todo o sacrifício das torturas, da injustiça, da traição que Jesus sofreu para que eu e você tenhamos direito à vida eterna com Deus. Quando a gente se lembra de tudo o que Deus já fez por nós, acaba reconhecendo a presença Dele em todos os nossos caminhos.

Deus é Pai. E como tal, quer o melhor para os seus filhos. Provê o melhor. Dá presentes. Não espera recompensa. Quem é pai ou mãe sabe bem do que estou falando. É dar-se sem esperar nada em troca… a não ser um “obrigado”.

Um coração grato a Deus jamais viverá longe de Jesus, por isso está escrito:

 

“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.”
1 Tessalonicenses 5:18 (Almeida Corrigida e Revisada)

 

Gratidão é uma virtude do caráter. Quem não é grato tem problemas sérios. É uma pessoa que ainda não entendeu o código-base das relações humanas e para com Deus. É uma pessoa que acha que os demais estão aqui na terra para servi-lo, e Deus nos céus também. Um dos primeiros sinais de que estamos rejeitando a Deus é esquecer de agradecer-Lhe:

 

“Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.
Romanos 1:21 (Almeida Corrigida e Revisada)

 

Em matéria de mordomia financeira, é muito mais fácil sermos fiéis (no dízimo e nas ofertas) e generosos (na caridade, nas doações) quando temos o nosso coração primeiramente repleto de gratidão e alegria. O desprendimento material torna-se muito mais fácil. Percebemos que nada somos, e nada temos, e que tudo vem do Senhor. O que está conosco hoje amanhã poderá estar na mão de outro administrador; logo a melhor maneira de lidar com aquilo que chega das mãos de Deus para as nossas é primeiramente dizer “Muito obrigado, Senhor, por teres me confiado este salário / essa gratificação / essa venda / essa ação na justiça / esse presente … ” Tudo, tudo, tudo.

Depois que somos gratos e declaramos isso – não só à Deus mas aos que estão à nossa volta – fica praticamente impossível não cumprir suas ordenanças e ser bondoso com aqueles que se encontram em situação economicamente pior que a nossa.

“…porque Deus ama ao que dá com alegria.”
2 Coríntios 9:7b (Almeida Corrigida e Revisada

 

Como desenvolver o hábito de ser grato

 

Bonnie D. Parkin ensinou: “A gratidão é um princípio enriquecido pelo Espírito. Ela abre nossa mente para um universo permeado das riquezas de um Deus vivo”.

Precisamos orar e pedir a influência do Espírito Santo para nos ajudar a identificar a mão de Deus em nossa vida. O Senhor ouvirá nosso clamor, e nossas orações passarão a ser enriquecidas com a gratidão às dádivas recebidas.

Podemos fazer uma lista pessoal diária daquilo que obtivemos como uma benção durante o dia, o exercício de escrever e também de falar são processo que contribuem para um ato reflexivo, organizamos nossos pensamentos e passamos a ver as coisas com maior clareza e discernimento.

 

  • Comece o dia com uma atitude de gratidão. Salmos 92:1-2:
    “Bom é render graças ao Senhor, e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo, anunciar de manhã a tua benignidade, e à noite a tua fidelidade.”
  • Dê graças a Deus em todas as situações. 1 Tessalonicenses 5:18:
    “Em tudo dai graças; porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.”
  • Quando der graças não se esqueça de donde vêm as nossas bençãos. Salmos 103:2:
    “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum dos seus benefícios.”

 

“Que darei eu ao Senhor, por todos os benefícios que me tem feito? “
Salmos 116:12 (Almeida Corrigida e Revisada)

 


EXERCÍCIO

 

📝Escreva num caderno 50 motivos de gratidão.

 

Sim! 50. Quaisquer motivos. Parece absurdo e difícil, mas não é. Além de ser um exercício maravilhoso. Assim que você terminar essa mensagem foque em realizar essa tarefa. Comece agradecendo a Deus por sua vida, pela de seus familiares, por sua casa, por seu trabalho, por sua igreja… Pronto! Só de lhe explicar a tarefa já lhe dei 10% dela pronta! Agora é com você. Ao final, faça uma bela oração ao nosso Deus e faça um voto pessoal de ser grato a Êle com mais frequência.

Surpreenda-se com os resultados.

Forte abraço! Fiquem na Paz!
Anderson de Alcantara

 

 

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No meu tempo, ou no Tempo de Deus?

enviado originalmente em 21/03/2017 para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, aqui é o Anderson!
Espero que esta o encontre novamente na graça redentora e na paz reconfortante de NSJC.

Você está com pressa? Opa, então feche esta mensagem agora e retorne – ainda hoje – assim que as coisas estiverem mais tranquilas.  Separe 10 minutinhos do seu tempo para ter um momento à sós com Deus pois trataremos hoje justamente desse recurso que vale mais do que dinheiro: o TEMPO.


 

Tudo tem seu tempo

 

Talvez você esteja abrindo essa reflexão de hoje um pouco angustiado, pois temos investido um tempo precioso com você aqui neste espaço falando de valores e fundamentos bíblicos para se alcançar a felicidade na área financeira, segundo as orientações de Deus, mas pode ser que você esteja necessitando de uma resposta urgente à questões (sim, já vou colocar no plural) pelas quais você já tem orado faz algum tempo.

Quando fazemos um pedido a Deus, imediatamente logo após o “Amém” ficamos na dúvida sobre o qual será o tempo de resposta de Deus à oração que acabamos de fazer. Geralmente saímos da sua presença com a sensação de que o tempo dÊle não “casará” com o nosso, e que prazos e oportunidades poderão ser perdidos.

Sim. O tempo de Deus é diferente do nosso. Seus caminhos não são os nossos. Vivemos segundo o tempo terreno, enquanto Deus gerencia o universo sob a perspectiva eterna. Viver aqui num mundo cujo tempo é cronometrado e esperar pelo tempo de Deus é difícil.

Quando necessário, Deus age com urgência. Sim! Eu poderia lhes relatar diversas experiências que já vivi, ou testemunhei, de respostas vindas à orações em fração de segundos. Mas em boa parte do tempo Êle está coordendando todas as circunstâncias envolvidas na realização do nosso pedido. E isso vai muito além do que estamos vendo ou sentindo.

Um bom exemplo que costumo dar é o de crianças que estão sob a promessa dos pais em que, “se amanhã fizer tempo bom” irão ao parque.  Tão logo ouvem uma promessa desse tipo os pequenos põem-se a orar, desenhar um sol no chão do quintal (quem nunca? rs) e até mesmo a fazer promessas para que amanhã tenham um belo dia de sol no parque entre si e com sua família, já que os últimos dias têm sido nublados.  Tudo o que elas vêem é essa necessidade simples: tempo bom amanhã!  Só que do outro lado da cidade, imagine que um pequeno agricultor está orando a Deus pedindo chuva, pois apesar de os últimos dias terem sido amenos, não tem caído nenhuma gota do céu. E se isso durar mais 24 horas, ele poderá perder toda a sua pequena plantação, que é o único meio de sustento de sua família…

O que você faria, como Deus, nessa situação? Mandaria chuva para o agricultor? Creio que sim. Agora pense na frustração daquelas crianças amanhã. Como mostrar a elas que você continua as amando, e que em breve poderá lhes atender seu pedido – mas não hoje?

Imagine agora a complexidade que Deus tem em lidar com 7 bilhões de necessidades diárias…

Ainda que oremos com fé, temos de lembrar que o resultado e o tempo estão nas mãos dÊle, entender e sermos gratos por isso. Ao final desta leitura leia o capítulo 3 inteiro de Eclesiastes. Ele elenca que há tempo para cada coisa debaixo do céu. Portanto, se você orou por uma bênção e ainda não a obteve, não se culpe nem tenha raiva de Deus. Ele às vezes permite que passemos um pouco de tempo mais para sermos abençoados para obter nossa atenção, a fim de poder conversar conosco. Então, continue a orar e não perca a esperança.

Vamos orar por isso? Leia estas frases inicialmente, e depois prossiga com suas próprias colocações diante do altar do Senhor:

 

“Querido Deus, sei que eu quero todas as respostas às minhas orações neste exato momento, mas Tu queres que eu seja paciente e que espere em Ti. Entrego a Ti as minhas preocupações e deixo o resultado nas Tuas mãos. Ajuda-me a descansar ciente de que o Teu tempo é perfeito e justo. Em nome de Jesus, amém!”

 

O tempo do Senhor é perfeito. Quando nos rendemos à sua autoridade, seu senhorio, sua paternidade, nos sentimos livres. Ainda que você possa não entender exatamente o que Deus está fazendo, pode confiar:  Ele está agindo!

Contem sempre comigo! Estarei sempre por aqui.
Forte abraço! Fiquem na Paz!

Anderson de Alcantara

 

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Reconhecendo o Senhor como dono de tudo

enviado originalmente em 21/02/2017 para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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“Do SENHOR é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam”. Salmos 24:1

Olá, aqui é o Anderson!
Espero que esta o encontre na graça redentora e na paz reconfortante de NSJC.

Nossa reflexão desta semana, assim como na semana passada, aparentemente versa sobre um assunto óbvio quando falamos com Cristãos que já caminham na luz há algum tempo. Mas permita-me trazer uma nova reflexão sobre esse tema. Essa é uma das características que torna a Palavra de Deus viva e eficaz. Separe 10 minutinhos do seu tempo para ter esse momento à sós com Deus.


Inúmeras passagens bíblicas ressaltam o poder e o governo de Deus sobre todas as coisas. Todos os autores bíblicos em algum momento enaltecem sua glória e majestade. Até o mais novo convertido, antes mesmo de assumir a sua condição de pecador e que o único que o pode livrar desta condenação é o Senhor Jesus, já entendeu em seu coração que tudo que existe à sua volta só foi possível pelas mãos do Criador.

 

“Tua é, Senhor, a magnificência, e o poder, e a honra, e a vitória, e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu é, Senhor, o reino, e tu te exaltaste por cabeça sobre todos. E riquezas e glória vêm de diante de ti, e tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder; e na tua mão está o engrandecer e o dar força a tudo.” 1 Crônicas 29:11 e 12

Um crente fiel reconhece que Deus é o Senhor de tudo. Ele é dono de todas as coisas e circunstâncias. Nenhuma riqueza ou poder pode ser criado pelo homem.

Até aqui, estamos juntos? Perfeito!  Se você não discorda destas afirmativas, aqui vão 2 aplicações práticas que você deve incorporar à sua vida imediatamente se quiser ser aprovado por Deus como um mordomo 100% fiel:

1) Se Deus é dono de todas as coisas Êle também é dono do dinheiro que está com você.

Inclusive dos 90% que “sobraram para você” após você ter entregue o seu dízimo. Tudo. Tudinho mesmo!

Não estou falando que você tenha que fazer alguma entrega adicional em dinheiro na casa do Senhor além do seu dízimo. Estou falando que você tem a obrigação de gastar o que ficou com você prestando contas a Êle de todo o 100% no final das contas (da semana, do mês, do ano, do que for).

Se cremos que Deus é dono de todas as coisas desta terra, e Êle nos confiou este mês a quantia ‘X’ que está nas nossas mãos, é porque Êle entende que esta quantia é suficiente para atender a todas as nossas necessidades, provendo o essencial para nós e nossas famílias, dentro de um padrão razoável, e ainda com capacidade de ajudar a promover a Sua justiça neste mundo.

O dinheiro é uma forma escritural de representação de todas as riquezas que Deus colocou neste mundo e nos deu para administrar. Quando reconhecemos Deus como proprietário de todas as coisas, todas as decisões de gasto do dinheiro que está conosco se tornam decisões espirituais.  Não perguntamos mais: “Senhor, o que Tu queres que eu faça com o meu dinheiro?” e sim: “Senhor, o que Tu queres que façamos com o Teu dinheiro?”

Como não sabem lidar com o dinheiro desta forma, muitos cristãos têm atitudes erradas em relação às posses materiais terrenas, e tomam decisões financeiras incorretas que os conduzem a consequências dolorosas.  Padrões de vida exacerbados, vaidades e excesso de desejos materiais (roupas de marca, carros possantes, celulares top de linha, viagens ao exterior, festas luxuosas, etc.) muitas das vezes construídos à base de gastos sem medida, sem constituir provisão para os dias difíceis ou até através do endividamento sem necessidade.

“Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes(…).” Hebreus 13:5a

 

Dessa forma, um bom Cristão deve admitir que não pode sair gastando o dinheiro que o Senhor lhe confia de qualquer maneira, visando apenas o seu próprio bem-estar. Antes, deve buscar saber com Deus a melhor maneira de fazer com que este dinheiro satisfaça as necessidades familiares (imediatas e futuras), e possa ser instrumento abençoador de vidas (através de ofertas especiais e caridade).

Quando reconhecemos Deus como proprietário de todas as coisas, entendemos que tudo o que fazemos, seja para nossos patrões, para a sociedade, para a família, para o meio ambiente ou para a Igreja, na verdade estamos fazendo para Deus.  E isso nos leva à segunda aplicação prática de hoje:

2) Se tudo o que fazemos nesta terra é para cuidar do que é de Deus, tudo o que fazemos no nosso dia-a-dia devemos fazer como se fosse sempre para Êle – porque de fato o é!

O Senhor nos chamou para fazer diferença na sociedade, sendo exemplo em tudo. Não só na questão da honestidade e integridade moral, mas também ao prestarmos um serviço de excelência em tudo o quanto fizermos – e não só quando estamos na Igreja, ou trabalhando em nosso ministério ou pequeno grupo.

 

“Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;”  Mateus 5:14

 

Pesquisas dizem que no Brasil 72% das pessoas estão insatisfeitas com seu trabalho atual. É de se esperar, pela lógica, que muitos Cristãos também o estejam. Talvez você mesmo(a) esteja insatisfeito(a) com seu trabalho. A questão é como você lida com isso.

Mediante a sua insatisfação atual você tem tido uma atuação relapsa no seu trabalho, chegando a qualquer horário, fazendo as coisas de qualquer jeito, perdendo prazos, desperdiçando materiais, passando boa parte do expediente pendurado nas suas redes sociais, indo na onda dos seus colegas e falando mal dos patrões pelos corredores?  Caso afirmativo, isso pode ser a explicação do porque as coisas tem demorado a melhorar para você…

 

“Exorta os servos a que se sujeitem a seus senhores, e em tudo agradem, não contradizendo,” Tito 2:9

 

Pode ser que para as coisas começarem a mudar na sua carreira e na sua vida financeira você tenha que mudar a sua postura quanto à execução do seu trabalho, passando a fazê-lo como se o estivesse fazendo diretamente para o Senhor e consagrando-o (o trabalho) no início e término de cada dia. Independente de quão mal-remunerado ou injustiçado você se considere.

Nesse sentido, um dos exemplos que eu mais gosto é o de José, filho de Jacó. Você conhece a história. Ele foi traído e vendido por seus irmãos, foi parar como escravo no Egito, começou a trabalhar na casa de Potifar e mesmo diante de tanta indignação e revolta que poderia desenvolver.. ele fez um excelente trabalho e adquiriu a confiança de seu patrão. Como recompensa, recebeu da esposa de seu amo uma terrível e mentirosa acusação, pela qual foi preso e foi parar na cadeia. Que injustiça! José tinha tudo para sentar num canto daquela cadeia e ficar reclamando de Deus, dos seus irmãos, dos egípcios, e da vida. No entanto, não foi isso o que ele fez:

 

“O Senhor, porém, estava com José, e estendeu sobre ele a sua benignidade, e deu-lhe graça aos olhos do carcereiro-mor. E o carcereiro-mor entregou na mão de José todos os presos que estavam na casa do cárcere, e ele ordenava tudo o que se fazia ali.  E o carcereiro-mor não teve cuidado de nenhuma coisa que estava na mão dele, porquanto o Senhor estava com ele, e tudo o que fazia o Senhor prosperava”. Gênesis 39:21 a 23

 

E o que se sucedeu em seguida, imagino que você também saiba, é que ele foi alçado a Governador do Egito, sendo o braço direito do Faraó. E, mais uma vez, realizou um trabalho de extrema excelência, e no tempo certo – conforme Deus planejara – começou a ser recompensado e abençoado, abençoando inclusive seus irmãos e seu pai.

 

“Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus.” 1 Coríntios 10:31

 

Que você possa refletir sobre o que tem feito com os recursos que o Senhor tem colocado em suas mãos para operar, trabalhar, e frutificar. Tenho certeza de que você encontrará bastante espaço para melhorar a sua relação com seu dinheiro e seu trabalho.

Compartilhe essa reflexão com outros irmãos de sua Igreja, discuta esse assunto na próxima reunião de seu pequeno grupo ou Ministério. Veja o que outros irmãos podem pensar e lhe ensinar a esse respeito e se ajudem mutuamente a melhorarem nesse sentido.

Contem sempre comigo! Estarei sempre por aqui.
Forte abraço! Fiquem na Paz!

Anderson de Alcantara


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Você é 100% honesto(a)?

enviado originalmente em 14/02/2017 para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, aqui é o Anderson.
Que a Graça e a Paz de NSJC sejam contigo!

 

Primeiramente, peço-lhe que resista à tentação de não ler este artigo.

 

Sim, parece que o assunto desta reflexão é meio óbvio, e pode parecer até uma afronta me dirigir a pessoas que professam publicamente a sua Fé em Cristo perguntando-as se elas são realmente 100% honestas… mas não é. Deus quer nos falar algo a respeito disso hoje.  Separe uns 10 minutos a sós com Êle para esta reflexão.

 

Deixe eu lhe comprovar a necessidade de abordarmos esse assunto por meio de um episódio no qual eu fui protagonista.

 

Em 2009 fui indicado a participar de um treinamento de formação de professores para o curso Crown de Finanças, que seria dado pela Universidade da Família em minha cidade. Como meu Pastor e meu Líder de Ministério das Famílias queriam implantar aquele curso em nossa igreja, lá fui eu.

 

Naquele sábado, a sala alugada para ministrar esta capacitação estava repleta de representantes de diversas igrejas e denominações. Havia até gente de fora do Rio de Janeiro, uma vez que esse treinamento não acontece a todo instante.  Os participantes foram dispostos em círculo, e não em fileiras como de costume.

 

Logo após a apresentação e oração inicial, o Professor palestrante foi direto para nós com esta pergunta que está no título do e-mail:

 

– Você é 100% honesto(a) ?

 

Apontou para um dos participantes, que de pronto respondeu –“Sim!” e foi seguindo a ordem do círculo no sentido horário aguardando a resposta de cada um.

 

Eu estava do outro lado da sala, e senti um incômodo nascer no meu coração e começar a borbulhar cada célula do meu corpo. A cada irmão/irmã que respondia –“Sim!” meu coração me acusava de pequenas ilicitudes que eu cometia recorrentemente, mesmo sendo crente há mais de 30 anos, como por exemplo:

  • As apostilas da faculdade que eu imprimia no trabalho utilizando papel e toner do meu patrão, sem que o mesmo soubesse;
  • Aquele um ou outro recibo extra que eu pedia ao médico ou dentista para jogar na minha declaração de imposto de renda;
  • Aquele DVD do meu filme favorito que eu comprei no mesmo mês em que eu tinha dito para a minha esposa que estávamos sem dinheiro para sair juntos ao cinema…

Graças a Deus, antes que eu desmaiasse e acordasse somente no dia do juízo final, a pessoa ao meu lado falou seu firme –“Sim!” e quando levantei meu olhar o Professor palestrante estava com o dedo apontado para mim aguardando a minha resposta.

 

–“Não.” – eu disse, e abaixei a minha cabeça.

 

Ele prosseguiu com a sequência e quando apontou para o irmão ao meu lado, este demorou um pouco mais do que o habitual e, timidamente, balbuciou: –“Não.” – também. Em seguida, dali até ao final da roda, todos os irmãos passaram a responder –“Não.”  Ao final, o Professor palestrante perguntou se alguém gostaria de mudar a sua resposta.  Todos os que, antes de mim, haviam dito –“Sim!” com convicção, mudaram suas respostas para um –“Não.” resignado.

 

Então, o Professor palestrante se dirigiu a mim e me agradeceu por “ter liberado o –‘Não.’ remidor” daquela turma, e perguntou que motivos me levaram a fazê-lo. Citei os 3 exemplos acima e ele me pediu para parar. Provavelmente se não o tivesse feito eu iria citar todos os exemplos aparentemente pequenos de desonestidade que eu cometera na vida – mesmo tendo aceitado a Cristo aos 9 anos de idade.

 

Dali em diante ele discorreu com tremenda felicidade que o princípio-base da fidelidade é a honestidade; e seguiu com o programa.
Vamos pensar um pouco sobre isso. Faça uma pausa na leitura agora e pense se você estivesse naquela roda comigo. Liberaria o –‘Não.’ remidor da turma ou ainda se arriscaria a dar um –“Sim!” com convicção?

 

Honestidade significa ser verdadeiro, transparente, não roubar, não enganar ou defraudar ninguém. O indivíduo honesto repudia a esperteza e o desejo de querer levar vantagem em tudo e sobre todos. O oitavo mandamento da Lei de Deus nos aconselha a ter uma vida de honestidade:

 

“Não furtarás”. Êxodo 20:15

O furto é caracterizado quando alguém toma posse daquilo que não é propriedade sua. Algumas pessoas preferem “atalhos” para conquistar aquilo que não lhes pertencem. A pirataria de músicas ou filmes, por exemplo é um desses atalhos muito comuns hoje em dia. Ter um sinal de TV a cabo que não é levado diretamente pela operadora e sim por um “intermediário do bairro” também o é. Nem preciso dizer que o “gato na luz ou na água” é um roubo explícito, preciso?

 

Filosoficamente, a palavra ética vem do grego ethos, e significa: modo de ser e caráter, comportamento. A ética está diretamente relacionada com a nossa conduta em relação ao outro, estabelecendo os princípios e valores ideais para um relacionamento virtuoso e justo. De forma bem prática “Ética é aquilo que você faz mesmo quando ninguém está vendo”.  Ninguém… entre aspas, não é mesmo?

“Para onde me irei do teu espírito, ou para onde fugirei da tua face?”  Salmos 139:7

 

Quando analisamos a história da humanidade, percebemos que a desonestidade não é um problema apenas do homem do século XXI, mas é uma realidade desde os tempos mais remotos, mais precisamente, a partir da entrada do pecado no mundo.  Desde então, o comportamento humano sempre continua deixando a desejar quando o assunto é honestidade.

 

As mesmas pessoas que no dia-a-dia oferecem propina ao agente de trânsito para não serem multadas, ou que recebem um “agrado por fora” para comprar deste e não daquele fornecedor no trabalho, costumam ser ferozes atacantes da corrupção política nas conversas e nas redes sociais.

 

Recentemente, no Brasil, com o episódio da greve dos policiais militares no estado do Espírito Santo, pudemos ver que sem o policiamento nas ruas aumentaram-se exponencialmente os crimes de homicídio e os assaltos.  Famílias inteiras, inclusive com crianças, foram flagradas saqueando lojas.

 

Mas, é possível ser honesto hoje em dia? A resposta é sim. Ao examinarmos a Bíblia Sagrada podemos ver claramente que a honestidade é, não somente possível, como estimulada e exigida por Deus ao seu povo:

 

  • Deus requer e merece honestidade. Salmos 51:6: “Eis que desejas que a verdade esteja no íntimo; faze-me, pois, conhecer a sabedoria no secreto da minha alma. ”
  • O Senhor não aprova desonestidade em transações de negócios. Provérbios 20:23: “Pesos fraudulentos são abomináveis ao Senhor; e balanças enganosas não são boas. ”
  • Os filhos de pais honestos são bem-aventurados. Provérbios 20:7: “O justo anda na sua integridade; bem-aventurados serão os seus filhos depois dele. ”
  • As riquezas que foram ganhas desonestamente não duram. Provérbios 21:6: “Ajuntar tesouros com língua falsa é uma vaidade fugitiva; aqueles que os buscam, buscam a morte. ”- e, este último pode fazer o seu pastor ‘pirar’ se ver você o lendo. Não mostre a ele! -rs- :
  • Deus prefere que sejamos honestos de que demos ofertas. Provérbios 21:3: “Fazer justiça e julgar com retidão é mais aceitável ao Senhor do que oferecer-lhe sacrifício. ”(sendo que uma coisa não anula a outra, espertinho(a). Falaremos de dízimos e ofertas em outra ocasião).

 

Portanto, vivendo honestamente entre os homens glorificaremos a Deus pelas boas obras de justiça observadas em nós:

 

“Tendo o vosso viver honesto entre os gentios; para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, glorifiquem a Deus no dia da visitação, pelas boas obras que em vós observem”. 1 Pedro 2:12

 

Amém?  Reflita como vem sendo seu agir no trabalho, com seus patrões e/ou empregados; em casa, com sua família; com o que você tem em casa,  com os impostos que você tem que pagar.

 

Faça uma reflexão profunda em todas as áreas e veja se, de repente, você não está impedindo a mão de Deus de agir sobre a sua vida por um ou outro pecado nesta área.

 

Precisando de ajuda para confessar ou consertar algo, chame seu Pastor, ou seu líder de pequeno grupo ou Ministério e converse com ele(a).

Também estou por aqui, se precisar.
Forte abraço! Fique na Paz!
Anderson de Alcantara

Tempos difíceis

enviado originalmente em 03/02/2017 para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, aqui é o Anderson!
Espero que esteja tudo bem com você e sua família, na Paz de NSJC.

Temos vivido tempos difíceis. “Crise”, “desemprego”, “aumento do endividamento das famílias”, “salários atrasados” … são manchetes que aparecem todos os dias nos canais de comunicação, ao lado de outras igualmente desalentadoras como “corrupção”, “desvios de verbas públicas”, “déficit orçamentário”, “previdência quebrada”…

Se você possui alguma preocupação na área financeira, não se sinta só. Posso afirmar com segurança que a maioria das pessoas, independentemente do seu grau de renda ou de poupança, possuem algumas ou bastante preocupações nesse sentido, como:

crise
> Até onde isso vai chegar?
> E se eu perder este emprego?
> O que vai ser de mim quando eu me aposentar?
> E se o que eu tenho guardado não estiver rendendo o suficiente?
> Como posso me proteger e proteger a minha família?
> Porque parece que Deus não tem livrado nem mesmo o seu povo?

O momento requer que nos esforcemos mais do que estamos acostumados. Tanto no trabalho (vida secular) como na presença de Deus (vida espiritual).  É hora de fazer diferença! De se afastar de vez da filosofia mundana do “Deixa a vida me levar” e agir. Com Fé, mas sem deixar de cumprir o que o Senhor nos ordenou.

É hora de buscar mais o Deus da Graça (intimidade com o Pai), do que a Graça de Deus (suas bênçãos). É preciso buscar sabedoria e entendimento. E isso só virá se nos debruçarmos em cima da Palavra de Deus, com os joelhos em oração.

“O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento…” Oséias 4:6a
“Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus.” Mateus 22:29

Um dos segredos para vencer desafios difíceis é preparar-se. E em matéria de finanças, a Bíblia é um dos manuais mais completos para se obter o caminho da vitória. Não é à toa que dos mais de 23.000 versículos bíblicos, cerca de 500 falem de oração, 400 de Fé, e 1.600 falem de dinheiro. Das 38 parábolas de Jesus, 16 utilizam o dinheiro como referencial de valor. Jesus falou mais sobre dinheiro do que qualquer outro assunto!
Fico feliz que você tenha se colocado à disposição para saber mais sobre esse tema. Seu desejo de se tornar uma pessoa melhor nesse aspecto atrairá o coração de Deus para sua vida, e Êle ouvirá o seu clamor.
Medite nestas duas passagens apresentadas hoje e peça a Deus que lhe ensine cada dia mais e mais sobre o que Êle quer que você faça para ajudar a estabelecer o Seu reino aqui nesta terra, até que o Seu filho volte novamente.
Que Deus lhe abençoe.
A Paz!