Dívidas: parte II – Trazendo Esperança

enviado originalmente em 07/12/2018  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, como vai?! Tudo bem?

Espero que esta o(a) encontre novamente na graça redentora e na paz reconfortante de NSJC.

Hoje vamos dar continuidade à questão das Dívidas, as quais começamos a tratar no estudo anterior (caso não o tenha lido acesse o índice de ARTIGOS de nosso site clicando aqui ).

E pegue caderno e uma caneta (ou papel e lápis, tanto faz) pois hoje também faremos exercícios!

Recomeçando, nunca é demais lembrar:

Ter qualidade de vida e alcançar a liberdade financeira passa primeiramente por não fazer dívidas e não se gastar mais do que ganha.

É imprescindível compreender e admitir esta verdade. Já vimos que o posicionamento das Escrituras com relação às dívidas é bem claro:

Dívidas levam à escravidão

Reconhecer sua responsabilidade por sua situação atual é sempre o primeiro passo que tem que ser dado em direção à mudança.

Dessa forma, escolha ir na contramão do sistema, do pensamento dominante que diz que “todo mundo deve”, “o país deve”, “que mal há em dever?”. Esse é um pensamento maligno, pregado por uma potestade de miséria e atraso. Repreenda esse pensamento em nome do Senhor Jesus!

Tendo compreendido e reconhecido os (maus) comportamentos que levam uma pessoa ou família ao círculo vicioso das dívidas, nos resta agora começar a tomar medidas eficazes que nos permitam sair desse “atoleiro” e começar a viver uma vida próspera e abundante.

Para começarmos a melhorar esse quadro, hoje eu quero lhe trazer esperança.

Sim, esperança! Pois, por pior que esteja a sua situação atual, por mais que você não consiga ver saída para o “mar de contas” que você tem à sua volta, o mais importante na sua vida financeira nesse momento é:

  1. Decidir qual será a sua atitude daqui para frente;
  2. Reconhecer que erros foram cometidos até ontem;
  3. Ser grato pelo que conquistou até aqui.

“Quero trazer à memória o que me pode dar esperança”
Lamentações de Jeremias 3:21

Decidir mudar de situação e dar os passos necessários em direção a isso é uma coisa que cabe somente a você. Achar que apenas abrir nossos artigos e curtir nossos posts do Instagram e Facebook vai fazer uma mudança significativa na sua vida, sem que haja uma quebra de padrões e troca de hábitos, é um completo absurdo.

“A definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes.”
Rita Mae Brown

Eu começarei a acreditar que você está disposto(a) a mudar verdadeiramente de patamar de vida financeira, se você foi buscar caderno e caneta (ou lápis) quando lhe pedi logo no início deste artigo. Se não o fez, essa frase da escritora norte-americana citada acima (e não, essa frase não é de autoria de Albert Einstein) se aplica perfeitamente a você.

Decidir qual será a sua atitude daqui para a frente implica em romper com os velhos hábitos e reprogramar a sua mente de um modelo de endividamento e escassez para um de enriquecimento e abundância.

À medida que alguns velhos e maus hábitos forem sendo substituídos pelo alívio de se quitar as dívidas e começar a se formar reservas, a percepção de prosperidade alavancará os resultados e os fará ter mais prazer com menos gastos. As férias ficam melhores, mesmo sendo em lugares mais baratos; a troca do carro passa a ser mais espaçada e racional, mas mais satisfatória; as roupas de marca menos famosas duram o tanto quanto às de grifes internacionais, e custam um terço menos.

Reconhecer que erros foram cometidos até ontem tem um pouco a ver com isso que já dissemos, mas merece uma reflexão que vai um pouco além do padrão de vida atual de vocês. Vamos fazer o seu “Inventário dos Ciclos de Vida”?

No caderno (eu não consigo conceber que você ainda esteja lendo este artigo sem ter ido pegar um caderno!) escreva esse título “Inventário dos Ciclos de Vida” no topo de uma folha nova e coloque a data de hoje.

Na primeira linha, inicie com a expressão “0 a 7 anos –” e a partir do traço comece a escrever um pequeno resumo de como foi esse período da sua história: localização geográfica, pessoas à volta, realizações, influências, circunstâncias e fatos marcantes.

Ao final, registre a influência que esse período teve na sua vida financeira atual. Ao terminar, passe para o período seguinte, sempre dessa forma:

  • 0 a 7 anos –
  • 7 a 14 anos –
  • 14 a 21 anos –
  • 21 a 28 anos –
  • 28 a 35 anos –
  • 35 a 42 anos –

Somente até você chegar no período em que se encontra atualmente. Pare por aí. Não faça “previsões para o futuro” agora.

Ao término, releia o que escreveu. O objetivo desse exercício é você compreender que forças do passado atuaram no seu comportamento atual, aproveitar o que é bom e se libertar de tudo o que for ruim. Libertar-se de lamentações, acusações, sentimentos de perda, desculpas para comportamentos compulsivos, hábitos ruins, indisciplina etc.

Ao contemplar as coisas boas do passado, identifique as situações que o levaram à vitória – na ocasião, ou mesmo anos mais tarde. Tenho certeza de que mesmo algumas circunstâncias “ruins” de seu passado lhe deram importantes lições de valor ajudaram você a superá-las e fizeram você chegar aqui hoje.

E, para finalizar: Ser grato pelo que conquistou até aqui.

Um dia desses eu vi um post fantástico no Instagram, o qual repliquei imediatamente em nossas redes sociais. Ele dizia:

Que frase fantástica! Que mensagem poderosa!

Quando dei de cara com essa frase, imediatamente interrompi minha correria de tarefas e me lembrei da infância difícil, apesar dos meus pais esforçados, morando na beira do rio em uma comunidade carioca. Recordei de ter estudado como bolsista numa pequena escola mantida por uma fábrica no subúrbio do Rio de Janeiro; de ter começado como vendedor de picolés aos 12 anos de idade, e aos 15 já estar trabalhando em um grande banco, de carteira assinada, graças a vários cursos feitos no SENAC nesse meio tempo.

Agradeci imensamente a Deus pela situação atual na qual me encontro, mesmo não sendo ainda a ideal com a qual sonhei para mim e meus familiares. Mas infinitamente muito mais abençoada do que aquela em que vim ao mundo.

 


Exercício :

📝 Escreva no caderno 50 motivos de gratidão.


Sim! 50. Quaisquer motivos. Parece absurdo e difícil, mas não é. Além de ser um exercício maravilhoso.

Assim que você terminar de ler este artigo, foque em realizar essa tarefa. Abra uma nova folha e comece agradecendo por sua vida, pela de seus familiares, por sua casa, por seu trabalho, por seus amigos… Pronto! Só de lhe explicar a tarefa já lhe dei 10% dela pronta! Agora é com você.

-” Ah, Professor Anderson. A gente já fez esse exercício numa lição anterior!”

– Sim, caro(a) aluno(a). Você tem razão! Eu já passei esse exercício na lição “Eu te agradeço, Senhor” ( clique aqui caso você não lembre de ter lido).  Caso você já tenha feito esse exercício… FAÇA-O DE NOVO!  Oras, afinal, que tipo de Cristão é você que tem preguiça de ser grato ?!?!? Tenho certeza que não o é, Amém? 😊

Ao final, faça uma oração/meditação e faça um voto pessoal de ser frequentemente mais grato à vida e a tudo o que tem sido proporcionado a você, em vez de se lamentar por aquilo que não tem.

Esse é um hábito-chave poderoso e fará muitas portas se abrirem na sua vida daqui por diante.

Semana que vem voltaremos com mais exercícios voltados à solução das dívidas. E, aí sim, começaremos a atacá-las de frente. Hoje era preciso, primeiramente, dar essa “reanimada” em você. 💪

 

Contem sempre comigo! Estarei sempre por aqui.
Forte abraço! Fiquem na Paz!

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Dívidas: parte I

enviado originalmente em 09/11/2018  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, como vai?!  Tudo bem?

Espero que esta o(a) encontre novamente na graça redentora e na paz reconfortante de NSJC.

O que você tem achado de nossos encontros? Eles têm edificado a sua vida? Você já tem notado alguma diferença em sua vida financeira desde que começamos a lhe mandar nossos estudos?

Escreva para nós! Conte sua experiência, dê sua sugestão, aponte algo que possa ser melhorado. Contamos muito com as suas orações e seu feedback para edificar ainda mais a sua vida e a de muitas pessoas.

Hoje falaremos sobre um assunto que, infelizmente, faz parte da vida damaioria dos Brasileiros hoje em dia: Dívidas.  Esse é um dos assuntos mais solicitados em todas as pesquisas que fizemos. E o estudo havia ficado tão grande, que achei melhor dividi-lo em duas partes. Mãos à obra!

Para começar, se você está endividado, o único consolo imediato que eu posso lhe dar  é te dizer: você não está sozinho.

Nesse exato momento, algo em torno de 60 milhões de brasileiros estão trabalhando mais somente para pagar juros de dívidas.

Ao observarmos a nossa vida ou a de alguma pessoa próxima que viva sob o jugo da dívida, vamos perceber sintomas de dependência, prisão, amarras… É angustiante a escravidão que a dívida financeira traz para o ser humano.

Todos os que sofrem por conta de dívidas são capazes de jurar que são vítimas do sistema ou de fatalidades, porém incrivelmente apenas uma minoria das pessoas se encontra numa situação de dívida por conta de imprevistos de saúde, acidentes ou tragédias.

Uma análise cuidadosa revela que a maioria se enredou financeiramente em dívidas por querer algo que não podia pagar e/ou financiar um bem hoje ao invés de poupar e compra-lo amanhã.

Efetivamente, famílias que gastam mais do que ganham entram num estado de dívida permanente por ter dificuldade para dizer “não” em relação a gastos e padrões de consumo do mundo moderno.

 

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“Muitas pessoas gastam dinheiro que não tem, para impressionar pessoas que não gostam para comprar coisas que não precisam.” 

(Will Rogers, ator norte-americano, 1879 – 1935)

 

 

Esse estilo de vida revela nossa aceitação e concordância com o padrão de consumo estabelecido pelo mundo, e que vai na contramão do que a Palavra de Deus nos ensina:

 

“Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes(…)” 

Hebreus 13:5a

Pelo padrão do mundo, pressões da sociedade nos levam a um padrão de consumo cada vez mais elevado. O ser humano pós-modernista se escraviza através do consumismo exagerado e da dependência das dívidas para manter o seu padrão de consumo elevado – conforme já vimos anteriormente no estudo “A maldição da classe média”.

Se não se libertarem do sistema predominante, a maioria das pessoas passará a vida inteira trabalhando para gastar com coisas, muitas vezes supérfluas, na ilusão vendida de que a felicidade está no acúmulo dessas coisas.

Entenda, o que vou dizer a seguir é muito forte, mas a verdade é que o sistema vigente depende do seu consumo contínuo para sobreviver.Mesmo que para isso você e as pessoas inseridas nele venham a morrer.

 

“As pessoas se tornam escravas simplesmente porque 

Imageaprenderam a permanecer a vida inteira trabalhando para ganhar dinheiro, enquanto deveriam colocar o dinheiro para trabalhar para elas.”

 

 

(Robert Toru Kiyosaki – autor do livro “Pai Rico, Pai Pobre)

 

 

Antes de gastar o que não tem – através das dívidas – lidando da forma errada com o dinheiro, para realizar desejos pessoais e servir ao mundo, um Cristão fiel deveria procurar conhecer os conselhos Bíblicos a respeito desta situação.

“O rico domina sobre os pobres e o que toma emprestado é servo do que empresta”

Provérbios 22:7

Dessa forma, escolha ir na contramão do sistema, do pensamento dominante que diz que “todo mundo deve”,  “o país deve”,  “que mal há em dever?”.  Ter qualidade de vida e alcançar a liberdade financeira passa primeiramente por não fazer dívidas e não se gastar mais do que ganha.

“Não seja como aqueles que,  com um aperto de mãos,  empenham-se com outros e se tornam fiadores de dívidas; se você não tem como pagá-las, por que correr o risco de perder até a cama em que dorme?”


Provérbios 22:26-27

Dívida é algo tão grave que a Bíblia compara o pecado com uma dívida que não podemos nunca pagar, porque é tão grande. Merecemos castigo por termos contraído uma dívida tão grande mas Deus decidiu nos perdoar. Na cruz, Jesus pagou a dívida toda! Agora podemos viver livre da dívida do pecado e nunca mais sermos escravos de Satanás e suas armadilhas.

“Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens.”

1 Coríntios 7:23

Parou para perceber que “bom preço” é esse ao qual o Ap. S. Paulo se refere? Sim. É o sangue de Cristo , que foi derramado para você ser livre, e não aprisionado por amarras deste mundo.

Uma vez compreendidas estas verdades, na semana que vem vou trazer para vocês dicas práticas e efetivas para evitar entrar nas dívidas e também para sair delas da melhor forma.

Minha oração é que por hoje você possa refletir sobre o estado que se encontra, e que este não é simplesmente a consequência das decisões que você vem tomando até aqui. Reconheça sua responsabilidade por sua situação atual. Pare de culpar os outros.

 

Peça a Deus que lhe mostre os ajustes que você terá que fazer em seu estilo de vida para começar a mudar esta situação de dentro pra fora, e sabedoria para fazer estes ajustes na ordem e tempo certos.

Compartilhe essa reflexão com outros irmãos de sua Igreja, discuta esse assunto na próxima reunião de seu pequeno grupo ou Ministério. Veja o que outros irmãos têm feito para se livrar das dívidas e se ajudem mutuamente a melhorar nesse sentido.

Contem sempre comigo! Estarei sempre por aqui.
Forte abraço! Fiquem na Paz!

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Finanças na ponta dos dedos

enviado originalmente em 27/06/2018  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, meus queridos irmãos e amigos!
Que a Graça e a Paz de NSJC estejam com você, sua casa e sua família!

Hoje falaremos sobre “Finanças na ponta dos dedos”. Mas, o que isso quer dizer, exatamente?

Quero lhes dizer o seguinte – grave bem: mais importante do que a quantidade de dinheiro que você ganha, ou aonde ele esteja aplicado, ou quantos bem você possua, mais importante do que tudo isso é você ter efetivamente o controle de entradas e saídas de dinheiro na sua casa.

Independente do seu nível social, nem de quantas fontes de renda possua, nem de quantas pessoas há trabalhando na sua casa, você e sua família só vão ter felicidade financeira e alcançar a liberdade da qual tanto falamos aqui desde o primeiro e-mail se você se dedicar pelo menos 1h por semana para cuidar de sua administração financeira pessoal.

Se você não fizer isso pelo seu próprio bem e de sua família lamento dizer, mas ninguém vai fazer. E depois não adiantará se queixar com Deus sobre o seu pecado de negligência.

Pense comigo e veja se você não se enquadra nesta situação, ou algo bem parecido: você trabalha pelo menos 8hs por dia ou 40 horas por semana  – fora o tempo no trânsito –  para ganhar seu salário mensal, e no final do mês você acaba tendo a sensação de que ele foi embora e nada ficou. Passa um ano e antes do Natal você reclama que não conquistou nenhuma novidade, e que só vive para trabalhar pra pagar contas…

Sim, ou com certeza?

Este é outro sentimento dominante, nocivo e maligno predominante na nossa sociedade nos dias atuais. Não é a causa, mas sim o reflexo e uma consequência do pecado. Tem haver com preguiça e falta de mordomia com os recursos que o Senhor têm disponibilizado a cada um.

São mais de 40 horas semanais de duro trabalho – trocados por dinheiro –  em contraponto a zero hora de gestão do mesmo. Nunca vai dar certo.

Quando eu sou convidado a dar palestras em igrejas, universidades, clubes e associações eu costumo usar a seguinte ilustração:

“Dinheiro é igual a um filho adolescente: Se você não sentar com ele pelo uma vez por semana para conversar, aos poucos ele vai perder a amizade com você, vai começar a andar em más companhias, e um dia vai se rebelar contra você e fugir da sua casa”.
Anderson de Alcantara

Quero dizer com isso que ter um controle financeiro pessoal é a forma básica e essencial em matéria de se lidar bem com o dinheiro. É através dele que você conhece exatamente a sua renda, os seus gastos e o que pode ser melhorado para sobrar mais dinheiro no fim do mês.

Dinheiro para fazer uma reserva financeira, investir e multiplicar sua renda. Dinheiro para ter férias inesquecíveis com a família, poder apoiar causas que você acredita, socorrer uma pessoa querida num momento imprevisto.

Não estamos falando só sobre dinheiro, mas sobre qualidade de vida. Quando você tem um bom controle financeiro, se preocupa menos com as contas do mês e, em escala, com a manutenção do seu patrimônio e do padrão de vida familiar na aposentadoria.

80% das famílias que dão respostas positivas em pesquisas sobre sua situação financeira, ao redor do mundo, independente da condição ou sua renda, possuem algum tipo de controle de receitas e despesas.

Eis aqui uma lista das coisas básicas que todo ser humano que lida com dinheiro deveria saber, ou ter acesso de forma rápida e imediata quando solicitado:

  • Conhecer sua renda;
  • Saber qual é seu custo de vida;
  • Dividir seus gastos por tipo / categoria;
  • Conhecer suas despesas extras;
  • Ter um plano e data para quitação de dívidas – se as houver;
  • Ter uma lista de objetivos;
  • Ter metas de economizar;
  • Investir suas economias.

Parece muito trabalho, mas acredite: só o é no começo, quando saímos da inércia. É o mesmo processo de começar uma dieta, ou retomar os exercícios. O mais difícil é o primeiro dia. Com o tempo e os resultados aparecendo, isso acaba se tornando um prazer.

Controlar as finanças não precisa ser algo tão complicado. Você pode fazer num caderno, numa planilha, ou usar um programa ou app para isso.

Não importa como você faça, o importante é que faça!

Para facilitar essa tarefa, meu colega Victor Leitão do Blog Mobills listou os 17 melhores aplicativos para controle financeiro pessoal existentes hoje no mercado. Que tal testar um deles?

“Assim, se vocês não forem dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio, quem lhes confiará as verdadeiras riquezas?”
Lucas 16:11

Na Parábola dos Talentos (Mateus 25:14-30) o Senhor Jesus nos ensina muitas lições. Uma delas é a respeito do pecado da negligência.

Para justificar nosso fracasso, costumamos associar riquezas materiais à ganância, e pobreza à humildade e proximidade com Deus. Esta passagem nos prova que este raciocínio está completamente equivocado. É possível pecar tanto no pouco como no muito:

“Pois a quem tem, mais será dado, e terá em grande quantidade. Mas a quem não tem, até o que tem lhe será tirado.”
Mateus 25:29

Para o servo preguiçoso, a verdade veio à tona e o castigo foi imediato. Porém para os mordomos fiéis as recompensas do Senhor foram claras: reconhecimento pessoal e aumento material!

Amém?!

Bem, eu acho que a essa altura de nossos conteúdos você já percebeu que em matéria de prosperidade financeira:

  • Não existe promessa que antes não requeira obediência;
  • Não existe resultado sem trabalho;
  • Quanto mais trabalho, mais resultado;
  • Quanto mais fidelidade, mais bênçãos.

É assim que Deus opera. Êle é o Deus do impossível. O possível cabe a nós fazer.

Peça agora mesmo a Jesus que lhe ajude a entender as mudanças que você precisa fazer no seu estilo de vida em direção ao plano perfeito que Êle traçou para você, e se permita – dia a dia, passo a passo – agir sob as orientações do Santo Espírito de Deus, fazendo a Sua vontade exatamente onde você está, daqui por diante, rumo a um alvo glorioso de vitória, honra, paz e abundância.

Fique conosco, continue orando por esse Ministério, e até o próximo encontro, se Deus quiser!

Forte abraço! Fiquem na Paz!

Prof. Anderson de Alcantara

 

 

 

 

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Afinal, é bom ser rico?

enviado originalmente em 20/04/2018  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, como vai você? Tudo bem?
Que a Graça e a Paz de NSJC estejam com você e sua casa!

O assunto de hoje é esse: Afinal, é bom ser rico?

Infelizmente a maioria dos brasileiros responderia, se fosse entrevistado(a) quanto a isso, que não. Embora, na prática, todos desejemos ao contrário: basta ver as filas que se formam nas portas das casas lotéricas toda vez que a Mega Sena fica com o prêmio acumulado. Resumidamente, a verdade é que no Brasil todos querem ficar ricos mas todos acham isso errado.  Uma grande hipocrisia.

Isso se deve ao fato de que durante boa parte do processo de formação da nossa sociedade, dada uma série de fatores (políticos, sociais e religiosos),  fomos incorporando uma cultura onde se acredita que ter dinheiro é ruim; ser rico é pecado; e que só é possível ganhar dinheiro passando outras pessoas para trás.

Este pensamento dominante, nocivo e equivocado, é um – dentre vários – que devemos exterminar da nossa sociedade se quisermos começar a nos tornar, de fato, um País em desenvolvimento.

O dinheiro é uma ótima ferramenta de colaboração com o desenvolvimento humano. Quando bem empregado, possibilita a realização de sonhos, como conhecer o mundo, comprar uma casa confortável, cuidar da saúde, ajudar ao próximo, prover a família, etc. Podemos dizer que o dinheiro é um facilitador.

Sempre defendo que ninguém deve ter como objetivo de vida se tornar um “Tio Patinhas”.  Ser rico somente para dizer que tem milhões guardados no banco, nadar no dinheiro que nem ele faz nos quadrinhos, de fato, não traz felicidade a ninguém – muitas das vezes, pelo contrário .

“Não esgote suas forças tentando ficar rico; tenha bom senso!”
Provérbios 23:4

Mas eu acredito que ser rico vai muito além de ter uma quantidade ‘X’ de zeros em sua conta bancária. Em uma definição curta, simples e direta podemos dizer que:

Ser rico é ser livre para criar e seguir seu próprio caminho”.

Em minha atuação profissional, enquanto Consultor Financeiro, tenho constatado – com cada vez mais frequência – o que já foi testado e estudado por diversos colegas meus ao redor do mundo: que independência financeira de fato é para poucos, mas que a liberdade financeira, esta sim pode seralcançada por qualquer pessoa.

Existe uma definição de independência financeira, atribuída ao bilionário norte-americano Warren Buffett, que diz:

“Independência financeira é você poder, a qualquer momento, pegar um avião para qualquer lugar do planeta , e lá permanecer o tempo que quiser sem se preocupar.”
Warren Buffet

De fato uma pessoa que possa fazer isso é uma pessoa que pode se considerar independente de patrão, governo ou família para se manter. Ela já possui ativos financeiros (Participações societárias, Rendas de aluguel, Aplicações financeiras , etc) que geram uma renda passiva constante.

Renda passiva é aquela na qual você não precisa trabalhar nem agir para receber. Exemplo: o rendimento de uma aplicação financeira que está no banco .

Embora a maioria de nós talvez demore muito ou nunca alcance esse estágio de independência financeira, por sua vez…

… a LIBERDADE FINANCEIRA deve ser almejada, trabalhada e conquistada por todos.

Liberdade Financeira significa ao longo da minha vida produtiva eu reservar parte dos meus ganhos para constituir reservas de segurança imediata (falamos disso no artigo anterior “A maldição da Classe Média”); e de acumulação para a realização de objetivos de curto médio e longo prazo.

  • Significa eu constituir a minha reserva financeira para comprar meu imóvel próprio ao invés de financiá-lo pagando juros de financiamento ao banco.
  • Significa eu juntar o meu próprio dinheiro para viver de renda quando decidir parar de trabalhar; ao invés de contar com a previdência oficial do governo ou com a ajuda da família.

Sim, a verdadeira riqueza está associada à liberdade. A liberdade de escolhas. De decidir o seu futuro sem depender da “sorte do sucesso”, da opinião ou da boa vontade de outras pessoas.

E como é possível alcançar essa liberdade?

Bem, não dá pra ensinar tudo de uma vez… Continue conosco, que ao longo desta jornada tenho certeza que você vai perceber que qualquer pessoa pode seguir esse caminho e alcançar essa tão sonhada liberdade.

Basta ter o mínimo de força de vontade, sonhar, e agir!

Pois o Senhor, o seu Deus, os está levando a uma boa terra, cheia de riachos e tanques de água, de fontes que jorram nos vales e nas colinas; terra de trigo e cevada, videiras e figueiras, de romãzeiras, azeite de oliva e mel; terra onde não faltará pão e onde não terão falta de nada; terra onde as rochas têm ferro e onde vocês poderão extrair cobre das colinas.

Depois que tiverem comido até ficarem satisfeitos, louvem o Senhor, o seu Deus, pela boa terra que deu a vocês. Tenham o cuidado de não se esquecer do Senhor, o seu Deus, deixando de obedecer aos seus mandamentos, às suas ordenanças e aos seus decretos que hoje ordeno a vocês.

Não aconteça que, depois de terem comido até ficarem satisfeitos, de terem construído boas casas e nelas morado, de aumentarem os seus rebanhos, a sua prata e o seu ouro e todos os seus bens, o seu coração fique orgulhoso e vocês se esqueçam do Senhor, o seu Deus, que os tirou do Egito, da terra da escravidão.

Ele os conduziu pelo imenso e pavoroso deserto, por aquela terra seca e sem água, de serpentes e escorpiões venenosos. Ele tirou água da rocha para vocês e os sustentou no deserto com maná, que os seus antepassados não conheciam, para humilhá-los e prová-los, a fim de que tudo fosse bem com vocês.

Não digam, pois, em seu coração: ‘A minha capacidade e a força das minhas mãos ajuntaram para mim toda esta riqueza’. Mas, lembrem-se do Senhor, o seu Deus, pois é ele que dá a vocês a capacidade de produzir riqueza, confirmando a aliança que jurou aos seus antepassados, conforme hoje se vê.
Deuteronômio 8:7-18

Tome posse dessa bênção, fazendo o que se pede para merecê-la.

Fique conosco, continue orando por esse Ministério, e até o próximo encontro, se Deus quiser!

Forte abraço! Fiquem na Paz!

Prof. Anderson de Alcantara

 

 

 

 

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Reconhecendo o Senhor como dono de tudo

enviado originalmente em 21/02/2017 para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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“Do SENHOR é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam”. Salmos 24:1

Olá, aqui é o Anderson!
Espero que esta o encontre na graça redentora e na paz reconfortante de NSJC.

Nossa reflexão desta semana, assim como na semana passada, aparentemente versa sobre um assunto óbvio quando falamos com Cristãos que já caminham na luz há algum tempo. Mas permita-me trazer uma nova reflexão sobre esse tema. Essa é uma das características que torna a Palavra de Deus viva e eficaz. Separe 10 minutinhos do seu tempo para ter esse momento à sós com Deus.


Inúmeras passagens bíblicas ressaltam o poder e o governo de Deus sobre todas as coisas. Todos os autores bíblicos em algum momento enaltecem sua glória e majestade. Até o mais novo convertido, antes mesmo de assumir a sua condição de pecador e que o único que o pode livrar desta condenação é o Senhor Jesus, já entendeu em seu coração que tudo que existe à sua volta só foi possível pelas mãos do Criador.

 

“Tua é, Senhor, a magnificência, e o poder, e a honra, e a vitória, e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu é, Senhor, o reino, e tu te exaltaste por cabeça sobre todos. E riquezas e glória vêm de diante de ti, e tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder; e na tua mão está o engrandecer e o dar força a tudo.” 1 Crônicas 29:11 e 12

Um crente fiel reconhece que Deus é o Senhor de tudo. Ele é dono de todas as coisas e circunstâncias. Nenhuma riqueza ou poder pode ser criado pelo homem.

Até aqui, estamos juntos? Perfeito!  Se você não discorda destas afirmativas, aqui vão 2 aplicações práticas que você deve incorporar à sua vida imediatamente se quiser ser aprovado por Deus como um mordomo 100% fiel:

1) Se Deus é dono de todas as coisas Êle também é dono do dinheiro que está com você.

Inclusive dos 90% que “sobraram para você” após você ter entregue o seu dízimo. Tudo. Tudinho mesmo!

Não estou falando que você tenha que fazer alguma entrega adicional em dinheiro na casa do Senhor além do seu dízimo. Estou falando que você tem a obrigação de gastar o que ficou com você prestando contas a Êle de todo o 100% no final das contas (da semana, do mês, do ano, do que for).

Se cremos que Deus é dono de todas as coisas desta terra, e Êle nos confiou este mês a quantia ‘X’ que está nas nossas mãos, é porque Êle entende que esta quantia é suficiente para atender a todas as nossas necessidades, provendo o essencial para nós e nossas famílias, dentro de um padrão razoável, e ainda com capacidade de ajudar a promover a Sua justiça neste mundo.

O dinheiro é uma forma escritural de representação de todas as riquezas que Deus colocou neste mundo e nos deu para administrar. Quando reconhecemos Deus como proprietário de todas as coisas, todas as decisões de gasto do dinheiro que está conosco se tornam decisões espirituais.  Não perguntamos mais: “Senhor, o que Tu queres que eu faça com o meu dinheiro?” e sim: “Senhor, o que Tu queres que façamos com o Teu dinheiro?”

Como não sabem lidar com o dinheiro desta forma, muitos cristãos têm atitudes erradas em relação às posses materiais terrenas, e tomam decisões financeiras incorretas que os conduzem a consequências dolorosas.  Padrões de vida exacerbados, vaidades e excesso de desejos materiais (roupas de marca, carros possantes, celulares top de linha, viagens ao exterior, festas luxuosas, etc.) muitas das vezes construídos à base de gastos sem medida, sem constituir provisão para os dias difíceis ou até através do endividamento sem necessidade.

“Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes(…).” Hebreus 13:5a

 

Dessa forma, um bom Cristão deve admitir que não pode sair gastando o dinheiro que o Senhor lhe confia de qualquer maneira, visando apenas o seu próprio bem-estar. Antes, deve buscar saber com Deus a melhor maneira de fazer com que este dinheiro satisfaça as necessidades familiares (imediatas e futuras), e possa ser instrumento abençoador de vidas (através de ofertas especiais e caridade).

Quando reconhecemos Deus como proprietário de todas as coisas, entendemos que tudo o que fazemos, seja para nossos patrões, para a sociedade, para a família, para o meio ambiente ou para a Igreja, na verdade estamos fazendo para Deus.  E isso nos leva à segunda aplicação prática de hoje:

2) Se tudo o que fazemos nesta terra é para cuidar do que é de Deus, tudo o que fazemos no nosso dia-a-dia devemos fazer como se fosse sempre para Êle – porque de fato o é!

O Senhor nos chamou para fazer diferença na sociedade, sendo exemplo em tudo. Não só na questão da honestidade e integridade moral, mas também ao prestarmos um serviço de excelência em tudo o quanto fizermos – e não só quando estamos na Igreja, ou trabalhando em nosso ministério ou pequeno grupo.

 

“Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;”  Mateus 5:14

 

Pesquisas dizem que no Brasil 72% das pessoas estão insatisfeitas com seu trabalho atual. É de se esperar, pela lógica, que muitos Cristãos também o estejam. Talvez você mesmo(a) esteja insatisfeito(a) com seu trabalho. A questão é como você lida com isso.

Mediante a sua insatisfação atual você tem tido uma atuação relapsa no seu trabalho, chegando a qualquer horário, fazendo as coisas de qualquer jeito, perdendo prazos, desperdiçando materiais, passando boa parte do expediente pendurado nas suas redes sociais, indo na onda dos seus colegas e falando mal dos patrões pelos corredores?  Caso afirmativo, isso pode ser a explicação do porque as coisas tem demorado a melhorar para você…

 

“Exorta os servos a que se sujeitem a seus senhores, e em tudo agradem, não contradizendo,” Tito 2:9

 

Pode ser que para as coisas começarem a mudar na sua carreira e na sua vida financeira você tenha que mudar a sua postura quanto à execução do seu trabalho, passando a fazê-lo como se o estivesse fazendo diretamente para o Senhor e consagrando-o (o trabalho) no início e término de cada dia. Independente de quão mal-remunerado ou injustiçado você se considere.

Nesse sentido, um dos exemplos que eu mais gosto é o de José, filho de Jacó. Você conhece a história. Ele foi traído e vendido por seus irmãos, foi parar como escravo no Egito, começou a trabalhar na casa de Potifar e mesmo diante de tanta indignação e revolta que poderia desenvolver.. ele fez um excelente trabalho e adquiriu a confiança de seu patrão. Como recompensa, recebeu da esposa de seu amo uma terrível e mentirosa acusação, pela qual foi preso e foi parar na cadeia. Que injustiça! José tinha tudo para sentar num canto daquela cadeia e ficar reclamando de Deus, dos seus irmãos, dos egípcios, e da vida. No entanto, não foi isso o que ele fez:

 

“O Senhor, porém, estava com José, e estendeu sobre ele a sua benignidade, e deu-lhe graça aos olhos do carcereiro-mor. E o carcereiro-mor entregou na mão de José todos os presos que estavam na casa do cárcere, e ele ordenava tudo o que se fazia ali.  E o carcereiro-mor não teve cuidado de nenhuma coisa que estava na mão dele, porquanto o Senhor estava com ele, e tudo o que fazia o Senhor prosperava”. Gênesis 39:21 a 23

 

E o que se sucedeu em seguida, imagino que você também saiba, é que ele foi alçado a Governador do Egito, sendo o braço direito do Faraó. E, mais uma vez, realizou um trabalho de extrema excelência, e no tempo certo – conforme Deus planejara – começou a ser recompensado e abençoado, abençoando inclusive seus irmãos e seu pai.

 

“Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus.” 1 Coríntios 10:31

 

Que você possa refletir sobre o que tem feito com os recursos que o Senhor tem colocado em suas mãos para operar, trabalhar, e frutificar. Tenho certeza de que você encontrará bastante espaço para melhorar a sua relação com seu dinheiro e seu trabalho.

Compartilhe essa reflexão com outros irmãos de sua Igreja, discuta esse assunto na próxima reunião de seu pequeno grupo ou Ministério. Veja o que outros irmãos podem pensar e lhe ensinar a esse respeito e se ajudem mutuamente a melhorarem nesse sentido.

Contem sempre comigo! Estarei sempre por aqui.
Forte abraço! Fiquem na Paz!

Anderson de Alcantara


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Tempos difíceis

enviado originalmente em 03/02/2017 para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, aqui é o Anderson!
Espero que esteja tudo bem com você e sua família, na Paz de NSJC.

Temos vivido tempos difíceis. “Crise”, “desemprego”, “aumento do endividamento das famílias”, “salários atrasados” … são manchetes que aparecem todos os dias nos canais de comunicação, ao lado de outras igualmente desalentadoras como “corrupção”, “desvios de verbas públicas”, “déficit orçamentário”, “previdência quebrada”…

Se você possui alguma preocupação na área financeira, não se sinta só. Posso afirmar com segurança que a maioria das pessoas, independentemente do seu grau de renda ou de poupança, possuem algumas ou bastante preocupações nesse sentido, como:

crise
> Até onde isso vai chegar?
> E se eu perder este emprego?
> O que vai ser de mim quando eu me aposentar?
> E se o que eu tenho guardado não estiver rendendo o suficiente?
> Como posso me proteger e proteger a minha família?
> Porque parece que Deus não tem livrado nem mesmo o seu povo?

O momento requer que nos esforcemos mais do que estamos acostumados. Tanto no trabalho (vida secular) como na presença de Deus (vida espiritual).  É hora de fazer diferença! De se afastar de vez da filosofia mundana do “Deixa a vida me levar” e agir. Com Fé, mas sem deixar de cumprir o que o Senhor nos ordenou.

É hora de buscar mais o Deus da Graça (intimidade com o Pai), do que a Graça de Deus (suas bênçãos). É preciso buscar sabedoria e entendimento. E isso só virá se nos debruçarmos em cima da Palavra de Deus, com os joelhos em oração.

“O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento…” Oséias 4:6a
“Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus.” Mateus 22:29

Um dos segredos para vencer desafios difíceis é preparar-se. E em matéria de finanças, a Bíblia é um dos manuais mais completos para se obter o caminho da vitória. Não é à toa que dos mais de 23.000 versículos bíblicos, cerca de 500 falem de oração, 400 de Fé, e 1.600 falem de dinheiro. Das 38 parábolas de Jesus, 16 utilizam o dinheiro como referencial de valor. Jesus falou mais sobre dinheiro do que qualquer outro assunto!
Fico feliz que você tenha se colocado à disposição para saber mais sobre esse tema. Seu desejo de se tornar uma pessoa melhor nesse aspecto atrairá o coração de Deus para sua vida, e Êle ouvirá o seu clamor.
Medite nestas duas passagens apresentadas hoje e peça a Deus que lhe ensine cada dia mais e mais sobre o que Êle quer que você faça para ajudar a estabelecer o Seu reino aqui nesta terra, até que o Seu filho volte novamente.
Que Deus lhe abençoe.
A Paz!