Dívidas: parte I

enviado originalmente em 09/11/2018  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, como vai?!  Tudo bem?

Espero que esta o(a) encontre novamente na graça redentora e na paz reconfortante de NSJC.

O que você tem achado de nossos encontros? Eles têm edificado a sua vida? Você já tem notado alguma diferença em sua vida financeira desde que começamos a lhe mandar nossos estudos?

Escreva para nós! Conte sua experiência, dê sua sugestão, aponte algo que possa ser melhorado. Contamos muito com as suas orações e seu feedback para edificar ainda mais a sua vida e a de muitas pessoas.

Hoje falaremos sobre um assunto que, infelizmente, faz parte da vida damaioria dos Brasileiros hoje em dia: Dívidas.  Esse é um dos assuntos mais solicitados em todas as pesquisas que fizemos. E o estudo havia ficado tão grande, que achei melhor dividi-lo em duas partes. Mãos à obra!

Para começar, se você está endividado, o único consolo imediato que eu posso lhe dar  é te dizer: você não está sozinho.

Nesse exato momento, algo em torno de 60 milhões de brasileiros estão trabalhando mais somente para pagar juros de dívidas.

Ao observarmos a nossa vida ou a de alguma pessoa próxima que viva sob o jugo da dívida, vamos perceber sintomas de dependência, prisão, amarras… É angustiante a escravidão que a dívida financeira traz para o ser humano.

Todos os que sofrem por conta de dívidas são capazes de jurar que são vítimas do sistema ou de fatalidades, porém incrivelmente apenas uma minoria das pessoas se encontra numa situação de dívida por conta de imprevistos de saúde, acidentes ou tragédias.

Uma análise cuidadosa revela que a maioria se enredou financeiramente em dívidas por querer algo que não podia pagar e/ou financiar um bem hoje ao invés de poupar e compra-lo amanhã.

Efetivamente, famílias que gastam mais do que ganham entram num estado de dívida permanente por ter dificuldade para dizer “não” em relação a gastos e padrões de consumo do mundo moderno.

 

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“Muitas pessoas gastam dinheiro que não tem, para impressionar pessoas que não gostam para comprar coisas que não precisam.” 

(Will Rogers, ator norte-americano, 1879 – 1935)

 

 

Esse estilo de vida revela nossa aceitação e concordância com o padrão de consumo estabelecido pelo mundo, e que vai na contramão do que a Palavra de Deus nos ensina:

 

“Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes(…)” 

Hebreus 13:5a

Pelo padrão do mundo, pressões da sociedade nos levam a um padrão de consumo cada vez mais elevado. O ser humano pós-modernista se escraviza através do consumismo exagerado e da dependência das dívidas para manter o seu padrão de consumo elevado – conforme já vimos anteriormente no estudo “A maldição da classe média”.

Se não se libertarem do sistema predominante, a maioria das pessoas passará a vida inteira trabalhando para gastar com coisas, muitas vezes supérfluas, na ilusão vendida de que a felicidade está no acúmulo dessas coisas.

Entenda, o que vou dizer a seguir é muito forte, mas a verdade é que o sistema vigente depende do seu consumo contínuo para sobreviver.Mesmo que para isso você e as pessoas inseridas nele venham a morrer.

 

“As pessoas se tornam escravas simplesmente porque 

Imageaprenderam a permanecer a vida inteira trabalhando para ganhar dinheiro, enquanto deveriam colocar o dinheiro para trabalhar para elas.”

 

 

(Robert Toru Kiyosaki – autor do livro “Pai Rico, Pai Pobre)

 

 

Antes de gastar o que não tem – através das dívidas – lidando da forma errada com o dinheiro, para realizar desejos pessoais e servir ao mundo, um Cristão fiel deveria procurar conhecer os conselhos Bíblicos a respeito desta situação.

“O rico domina sobre os pobres e o que toma emprestado é servo do que empresta”

Provérbios 22:7

Dessa forma, escolha ir na contramão do sistema, do pensamento dominante que diz que “todo mundo deve”,  “o país deve”,  “que mal há em dever?”.  Ter qualidade de vida e alcançar a liberdade financeira passa primeiramente por não fazer dívidas e não se gastar mais do que ganha.

“Não seja como aqueles que,  com um aperto de mãos,  empenham-se com outros e se tornam fiadores de dívidas; se você não tem como pagá-las, por que correr o risco de perder até a cama em que dorme?”


Provérbios 22:26-27

Dívida é algo tão grave que a Bíblia compara o pecado com uma dívida que não podemos nunca pagar, porque é tão grande. Merecemos castigo por termos contraído uma dívida tão grande mas Deus decidiu nos perdoar. Na cruz, Jesus pagou a dívida toda! Agora podemos viver livre da dívida do pecado e nunca mais sermos escravos de Satanás e suas armadilhas.

“Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens.”

1 Coríntios 7:23

Parou para perceber que “bom preço” é esse ao qual o Ap. S. Paulo se refere? Sim. É o sangue de Cristo , que foi derramado para você ser livre, e não aprisionado por amarras deste mundo.

Uma vez compreendidas estas verdades, na semana que vem vou trazer para vocês dicas práticas e efetivas para evitar entrar nas dívidas e também para sair delas da melhor forma.

Minha oração é que por hoje você possa refletir sobre o estado que se encontra, e que este não é simplesmente a consequência das decisões que você vem tomando até aqui. Reconheça sua responsabilidade por sua situação atual. Pare de culpar os outros.

 

Peça a Deus que lhe mostre os ajustes que você terá que fazer em seu estilo de vida para começar a mudar esta situação de dentro pra fora, e sabedoria para fazer estes ajustes na ordem e tempo certos.

Compartilhe essa reflexão com outros irmãos de sua Igreja, discuta esse assunto na próxima reunião de seu pequeno grupo ou Ministério. Veja o que outros irmãos têm feito para se livrar das dívidas e se ajudem mutuamente a melhorar nesse sentido.

Contem sempre comigo! Estarei sempre por aqui.
Forte abraço! Fiquem na Paz!

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Finanças na ponta dos dedos

enviado originalmente em 27/06/2018  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, meus queridos irmãos e amigos!
Que a Graça e a Paz de NSJC estejam com você, sua casa e sua família!

Hoje falaremos sobre “Finanças na ponta dos dedos”. Mas, o que isso quer dizer, exatamente?

Quero lhes dizer o seguinte – grave bem: mais importante do que a quantidade de dinheiro que você ganha, ou aonde ele esteja aplicado, ou quantos bem você possua, mais importante do que tudo isso é você ter efetivamente o controle de entradas e saídas de dinheiro na sua casa.

Independente do seu nível social, nem de quantas fontes de renda possua, nem de quantas pessoas há trabalhando na sua casa, você e sua família só vão ter felicidade financeira e alcançar a liberdade da qual tanto falamos aqui desde o primeiro e-mail se você se dedicar pelo menos 1h por semana para cuidar de sua administração financeira pessoal.

Se você não fizer isso pelo seu próprio bem e de sua família lamento dizer, mas ninguém vai fazer. E depois não adiantará se queixar com Deus sobre o seu pecado de negligência.

Pense comigo e veja se você não se enquadra nesta situação, ou algo bem parecido: você trabalha pelo menos 8hs por dia ou 40 horas por semana  – fora o tempo no trânsito –  para ganhar seu salário mensal, e no final do mês você acaba tendo a sensação de que ele foi embora e nada ficou. Passa um ano e antes do Natal você reclama que não conquistou nenhuma novidade, e que só vive para trabalhar pra pagar contas…

Sim, ou com certeza?

Este é outro sentimento dominante, nocivo e maligno predominante na nossa sociedade nos dias atuais. Não é a causa, mas sim o reflexo e uma consequência do pecado. Tem haver com preguiça e falta de mordomia com os recursos que o Senhor têm disponibilizado a cada um.

São mais de 40 horas semanais de duro trabalho – trocados por dinheiro –  em contraponto a zero hora de gestão do mesmo. Nunca vai dar certo.

Quando eu sou convidado a dar palestras em igrejas, universidades, clubes e associações eu costumo usar a seguinte ilustração:

“Dinheiro é igual a um filho adolescente: Se você não sentar com ele pelo uma vez por semana para conversar, aos poucos ele vai perder a amizade com você, vai começar a andar em más companhias, e um dia vai se rebelar contra você e fugir da sua casa”.
Anderson de Alcantara

Quero dizer com isso que ter um controle financeiro pessoal é a forma básica e essencial em matéria de se lidar bem com o dinheiro. É através dele que você conhece exatamente a sua renda, os seus gastos e o que pode ser melhorado para sobrar mais dinheiro no fim do mês.

Dinheiro para fazer uma reserva financeira, investir e multiplicar sua renda. Dinheiro para ter férias inesquecíveis com a família, poder apoiar causas que você acredita, socorrer uma pessoa querida num momento imprevisto.

Não estamos falando só sobre dinheiro, mas sobre qualidade de vida. Quando você tem um bom controle financeiro, se preocupa menos com as contas do mês e, em escala, com a manutenção do seu patrimônio e do padrão de vida familiar na aposentadoria.

80% das famílias que dão respostas positivas em pesquisas sobre sua situação financeira, ao redor do mundo, independente da condição ou sua renda, possuem algum tipo de controle de receitas e despesas.

Eis aqui uma lista das coisas básicas que todo ser humano que lida com dinheiro deveria saber, ou ter acesso de forma rápida e imediata quando solicitado:

  • Conhecer sua renda;
  • Saber qual é seu custo de vida;
  • Dividir seus gastos por tipo / categoria;
  • Conhecer suas despesas extras;
  • Ter um plano e data para quitação de dívidas – se as houver;
  • Ter uma lista de objetivos;
  • Ter metas de economizar;
  • Investir suas economias.

Parece muito trabalho, mas acredite: só o é no começo, quando saímos da inércia. É o mesmo processo de começar uma dieta, ou retomar os exercícios. O mais difícil é o primeiro dia. Com o tempo e os resultados aparecendo, isso acaba se tornando um prazer.

Controlar as finanças não precisa ser algo tão complicado. Você pode fazer num caderno, numa planilha, ou usar um programa ou app para isso.

Não importa como você faça, o importante é que faça!

Para facilitar essa tarefa, meu colega Victor Leitão do Blog Mobills listou os 17 melhores aplicativos para controle financeiro pessoal existentes hoje no mercado. Que tal testar um deles?

“Assim, se vocês não forem dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio, quem lhes confiará as verdadeiras riquezas?”
Lucas 16:11

Na Parábola dos Talentos (Mateus 25:14-30) o Senhor Jesus nos ensina muitas lições. Uma delas é a respeito do pecado da negligência.

Para justificar nosso fracasso, costumamos associar riquezas materiais à ganância, e pobreza à humildade e proximidade com Deus. Esta passagem nos prova que este raciocínio está completamente equivocado. É possível pecar tanto no pouco como no muito:

“Pois a quem tem, mais será dado, e terá em grande quantidade. Mas a quem não tem, até o que tem lhe será tirado.”
Mateus 25:29

Para o servo preguiçoso, a verdade veio à tona e o castigo foi imediato. Porém para os mordomos fiéis as recompensas do Senhor foram claras: reconhecimento pessoal e aumento material!

Amém?!

Bem, eu acho que a essa altura de nossos conteúdos você já percebeu que em matéria de prosperidade financeira:

  • Não existe promessa que antes não requeira obediência;
  • Não existe resultado sem trabalho;
  • Quanto mais trabalho, mais resultado;
  • Quanto mais fidelidade, mais bênçãos.

É assim que Deus opera. Êle é o Deus do impossível. O possível cabe a nós fazer.

Peça agora mesmo a Jesus que lhe ajude a entender as mudanças que você precisa fazer no seu estilo de vida em direção ao plano perfeito que Êle traçou para você, e se permita – dia a dia, passo a passo – agir sob as orientações do Santo Espírito de Deus, fazendo a Sua vontade exatamente onde você está, daqui por diante, rumo a um alvo glorioso de vitória, honra, paz e abundância.

Fique conosco, continue orando por esse Ministério, e até o próximo encontro, se Deus quiser!

Forte abraço! Fiquem na Paz!

Prof. Anderson de Alcantara

 

 

 

 

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A maldição da Classe Média

enviado originalmente em 24/03/2018  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, como vão? Tudo bem?
Que a Graça e a Paz de NSJC estejam convosco!

Hoje eu quero falar com vocês a respeito de um aspecto interessante com relação a como a maioria das pessoas se organizam para formar carreira e ganhar dinheiro.

O padrão da nossa sociedade moderna hoje em dia, ainda, é incentivar o indivíduo desde a infância a estudar, definir uma carreira, trabalhar e se desenvolver na tal carreira a fim de ganhar um bom salário. Seja na iniciativa privada Ou através de um concurso público

Um dos problemas desse modelo é que durante essa trajetória, na qual o indivíduo vai se desenvolvendo na sua carreira, alcançando cada vez mais postos de trabalho melhores e consequentemente salários melhores, acaba se tornando consenso que conforme o indivíduo ou a família forem melhorando a sua renda, ‘mereçam’ também melhorar o seu padrão de vida, incorporando cada vez mais gastos que agora podem ser mantidos através do padrão de renda conquistada.

Dessa forma a família troca seu pequeno primeiro imóvel no subúrbio por outro em um condomínio numa zona mais valorizada da cidade; troca o transporte público por um carro confortável; tira os filhos da escola pública e os colocam na particular; troca o lazer no litoral por viagens internacionais; e por aí afora…

Esse comportamento está descrito no livro “Eu Vou Te Ensinar a Ser Rico” de Ben Zruel, (Editora Gente, 2016) e é chamado pelo autor de “Maldição da classe média”.

Financeiramente falando, fora outros aspectos, um dos problemas desse estilo de vida é que nesse modelo o indivíduo e a família gastam sucessivamente tudo o que ganham para manter um padrão de vida que é automaticamente elevado a cada conquista salarial obtida, sem deixar margem para poupança e formação de reservas.

Ao observarmos os indicadores econômicos de poder de compra, massa salarial, endividamento, e nível de poupança na sociedade brasileira, percebemos que a maioria das famílias no nosso país vive dessa forma.

Apenas 20% das famílias no Brasil possuem uma reserva técnica financeira de segurança adequada; e apenas 6% estão economizando adequadamente hoje para poder sustentar seu padrão de vida atual na aposentadoria.

O problema desse modelo é que as famílias se tornam dependentes da continuidade e do aumento constante da renda para continuar sustentando seu estilo de vida; mas quando acontece uma queda na renda causada por desemprego, perda de comissões, diminuição de faturamento, etc., o estilo de vida fica comprometido e imediatamente há que se fazer cortes bruscos e sacrifícios, o que sempre gera frustração e, em alguns casos, pode até levar à depressão.

Quanto mais alto é o padrão de vida de uma família, mais difícil e sacrificante será adaptar-se a uma nova realidade de renda inferior, se não houve o planejamento financeiro adequado que dê suporte a um período de queda na renda.

É nesta situação que muitas famílias começam a trilhar o caminho das dívidas, de onde ficará muito mais difícil sair conforme o tempo for passando e essa situação for perdurando.

Para isso, o primeiro desafio de cada Cristão é não moldar os nossos desejos aos padrões do mundo. Nossas ambições não devem ser ditadas pela mídia, nossos parentes e amigos, nem mesmo influenciados pelos nossos irmãos.

“Pois tudo o que há no mundo – a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens – não provém do Pai, mas do mundo. O mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre”
1 João 2:16-17

Em seguida, a missão de um indivíduo ou de uma família que pretendam ser Mordomos Fiéis e ter uma vida financeira equilibrada passa a ser gastar menos do que se ganha, economizando parte do que se recebe, formando com esta sobra primeiramente uma reserva de segurança, para a cobertura de imprevistos e despesas extraordinárias.

Uma vez cumprida esta missão, continuar com esta disciplina (gastar menos do que se ganha e economizar), agora para a formação de patrimônio e construção de riqueza; a fim de conquistar seus objetivos, realizar seus sonhos e ter uma vida tranquila. Sem sustos e sem dívidas.

Comece desde já a se libertar desse sistema escravizante! Torne você mesmo – e sua família – felizes e prósperos antes de enriquecer as empresas e corporações que só querem o seu dinheiro e sacrifício.

“Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes…”
Hebreus 13:5a

Continuem conosco pois nos próximos conteúdos, por aqui e nas nossas redes sociais, continuaremos falando a respeito.

Contem sempre comigo!
Forte abraço! Fiquem na Paz!

Prof. Anderson de Alcantara

 

 

 

 

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Você e o dinheiro

enviado originalmente em 10/03/2018  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, aqui é o Anderson!
Espero que esta mensagem o(a) encontre novamente na Graça redentora e na Paz reconfortante de NSJC.

Sabe, uma das coisas que mais vi as pessoas se complicarem na vida, ao longo de 29 anos de carreira no mercado financeiro, é no seu relacionamento com o DINHEIRO.

dinheiro

 

Dinheiro é algo interessante de se analisar, porque desde sua invenção fascina, atrai e revela os verdadeiros sentimentos no coração do homem/mulher, embora no fundo não passe basicamente de uma ferramenta para facilitar um sistema de trocas.

Se eu quero trocar uma banana por uma banana, fica fácil fazer isso. Mas e se quero trocar uma banana por uma maçã? O que vale mais? Quantas bananas por maçã? E um ovo? E uma galinha?

O dinheiro também serve como reserva de capital: não consigo guardar bananas por que elas estragam. Mas se eu vender as bananas, trocando por dinheiro, consigo guardar o dinheiro.

Então basicamente o dinheiro tem essas duas funções muito práticas (e úteis): facilitar negócios e acúmulo/reserva.

Sendo assim, o dinheiro por si só não consegue ser bom ou ruim. Há uma crença popular que diz que “o dinheiro é a raiz de todos os males”. Só que na verdade não. O pensamento completo, correto, dito pelo Apóstolo São Paulo em uma de suas cartas narradas nos evangelhos nos diz:

 

“Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males…” 

1 Timóteo 6:10

 

Então, se o dinheiro é algo que não possui virtude ou defeitos próprios nem tampouco vontade ou autonomia para movimentar-se sozinho, porque ele acaba levando toda a culpa pelo fracasso de vida de algumas pessoas?

  • Por que para algumas pessoas é fácil administrar as finanças, e para outras é tão difícil?
  • Porque parece que alguns atraem dinheiro, enquanto outros o repelem?
  • Será que a vida apresenta oportunidades a todos, e as escolhas é que fazem a diferença?

Primeiramente, é preciso combater as “crenças limitantes” – ideias equivocadas que são tomadas por verdades absolutas, e que impedem muita gente de ter uma boa relação com suas finanças.

Uma das razões para isso, é o medo do dinheiro. “É o quarto maior medo do ser humano, só perdendo para o medo de falar em público, da morte e de avião, nessa ordem”. Incrível, não?!

É por isso que grande parte das pessoas sonha pequeno e acha que não tem capacidade ou não merece ter dinheiro. Então a profecia se concretiza e elas realmente não prosperam…

Outro ponto importante de encarar é que existe uma cultura negativa predominante em torno da riqueza no nosso País, onde se crê que ter dinheiro é errado, é pecado, ou que só se conseguiu obtê-lo de forma ilícita, desleal, ou explorando as pessoas.

Essa é uma das muitas armas de Satanás para nos manter no atraso e continuarmos sendo um povo miserável. Isso se deve a uma série de fatores relacionados à formação da nossa sociedade nesses 500 anos de história, impregnados de ideologia política, oligárquica e religiosa. É assunto para tese de mestrado. Coisa para se discorrer por horas. Mas o fato é que, no geral, somos um povo hipócrita: enquanto achamos errado ser rico, formamos longas filas nas portas das lotéricas quando algum prêmio alto se acumula, e corremos para nos inscrever em programas de televisão que distribuem prêmios volumosos aos participantes. Uma tremenda incoerência.

Aqui, mais uma vez enquanto Cristãos, devemos romper com o sistema mundano vigente, nos libertar de amarras de escravidão, e nos comportar diante do que nos diz o Senhor através das suas escrituras!

 

Entenda, e liberte sua mente, sabendo que para Deus não há nada de errado em você ser uma pessoa próspera. Desde que:

  • este não seja meramente o objetivo final de seus planos;
  • isso não lhe desvie dos valores do Reino e de sua Salvação;
  • você tenha a consciência de que você é MORDOMO DO SENHOR com relação a tudo o que Êle lhe confia em mãos;
  • você não se torne uma pessoa egoísta, estando sensível aos anseios da sua família, seus irmãos e da sociedade;
  • abençoe outras vidas, diretamente (ajudando) ou indiretamente (gerando empregos, apoiando oportunidades de negócios).

 

“Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de causar dano, planos de dar a vocês esperança e um futuro.”

Jeremias 29:11

 

Faça hoje ainda uma reflexão profunda e sincera sobre como tem sido a sua atitude e os sentimentos do seu coração diante do seu relacionamento com o dinheiro e os bens materiais deste mundo, pois:

 

“Assim, se vocês não forem dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio, quem lhes confiará as verdadeiras riquezas?”

Lucas 16:11

 

Contem sempre comigo! Estarei sempre por aqui.
Forte abraço! Fiquem na Paz!

Prof. Anderson de Alcantara

 

 

 

 

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