Dívidas: parte II – Trazendo Esperança

enviado originalmente em 07/12/2018  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, como vai?! Tudo bem?

Espero que esta o(a) encontre novamente na graça redentora e na paz reconfortante de NSJC.

Hoje vamos dar continuidade à questão das Dívidas, as quais começamos a tratar no estudo anterior (caso não o tenha lido acesse o índice de ARTIGOS de nosso site clicando aqui ).

E pegue caderno e uma caneta (ou papel e lápis, tanto faz) pois hoje também faremos exercícios!

Recomeçando, nunca é demais lembrar:

Ter qualidade de vida e alcançar a liberdade financeira passa primeiramente por não fazer dívidas e não se gastar mais do que ganha.

É imprescindível compreender e admitir esta verdade. Já vimos que o posicionamento das Escrituras com relação às dívidas é bem claro:

Dívidas levam à escravidão

Reconhecer sua responsabilidade por sua situação atual é sempre o primeiro passo que tem que ser dado em direção à mudança.

Dessa forma, escolha ir na contramão do sistema, do pensamento dominante que diz que “todo mundo deve”, “o país deve”, “que mal há em dever?”. Esse é um pensamento maligno, pregado por uma potestade de miséria e atraso. Repreenda esse pensamento em nome do Senhor Jesus!

Tendo compreendido e reconhecido os (maus) comportamentos que levam uma pessoa ou família ao círculo vicioso das dívidas, nos resta agora começar a tomar medidas eficazes que nos permitam sair desse “atoleiro” e começar a viver uma vida próspera e abundante.

Para começarmos a melhorar esse quadro, hoje eu quero lhe trazer esperança.

Sim, esperança! Pois, por pior que esteja a sua situação atual, por mais que você não consiga ver saída para o “mar de contas” que você tem à sua volta, o mais importante na sua vida financeira nesse momento é:

  1. Decidir qual será a sua atitude daqui para frente;
  2. Reconhecer que erros foram cometidos até ontem;
  3. Ser grato pelo que conquistou até aqui.

“Quero trazer à memória o que me pode dar esperança”
Lamentações de Jeremias 3:21

Decidir mudar de situação e dar os passos necessários em direção a isso é uma coisa que cabe somente a você. Achar que apenas abrir nossos artigos e curtir nossos posts do Instagram e Facebook vai fazer uma mudança significativa na sua vida, sem que haja uma quebra de padrões e troca de hábitos, é um completo absurdo.

“A definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes.”
Rita Mae Brown

Eu começarei a acreditar que você está disposto(a) a mudar verdadeiramente de patamar de vida financeira, se você foi buscar caderno e caneta (ou lápis) quando lhe pedi logo no início deste artigo. Se não o fez, essa frase da escritora norte-americana citada acima (e não, essa frase não é de autoria de Albert Einstein) se aplica perfeitamente a você.

Decidir qual será a sua atitude daqui para a frente implica em romper com os velhos hábitos e reprogramar a sua mente de um modelo de endividamento e escassez para um de enriquecimento e abundância.

À medida que alguns velhos e maus hábitos forem sendo substituídos pelo alívio de se quitar as dívidas e começar a se formar reservas, a percepção de prosperidade alavancará os resultados e os fará ter mais prazer com menos gastos. As férias ficam melhores, mesmo sendo em lugares mais baratos; a troca do carro passa a ser mais espaçada e racional, mas mais satisfatória; as roupas de marca menos famosas duram o tanto quanto às de grifes internacionais, e custam um terço menos.

Reconhecer que erros foram cometidos até ontem tem um pouco a ver com isso que já dissemos, mas merece uma reflexão que vai um pouco além do padrão de vida atual de vocês. Vamos fazer o seu “Inventário dos Ciclos de Vida”?

No caderno (eu não consigo conceber que você ainda esteja lendo este artigo sem ter ido pegar um caderno!) escreva esse título “Inventário dos Ciclos de Vida” no topo de uma folha nova e coloque a data de hoje.

Na primeira linha, inicie com a expressão “0 a 7 anos –” e a partir do traço comece a escrever um pequeno resumo de como foi esse período da sua história: localização geográfica, pessoas à volta, realizações, influências, circunstâncias e fatos marcantes.

Ao final, registre a influência que esse período teve na sua vida financeira atual. Ao terminar, passe para o período seguinte, sempre dessa forma:

  • 0 a 7 anos –
  • 7 a 14 anos –
  • 14 a 21 anos –
  • 21 a 28 anos –
  • 28 a 35 anos –
  • 35 a 42 anos –

Somente até você chegar no período em que se encontra atualmente. Pare por aí. Não faça “previsões para o futuro” agora.

Ao término, releia o que escreveu. O objetivo desse exercício é você compreender que forças do passado atuaram no seu comportamento atual, aproveitar o que é bom e se libertar de tudo o que for ruim. Libertar-se de lamentações, acusações, sentimentos de perda, desculpas para comportamentos compulsivos, hábitos ruins, indisciplina etc.

Ao contemplar as coisas boas do passado, identifique as situações que o levaram à vitória – na ocasião, ou mesmo anos mais tarde. Tenho certeza de que mesmo algumas circunstâncias “ruins” de seu passado lhe deram importantes lições de valor ajudaram você a superá-las e fizeram você chegar aqui hoje.

E, para finalizar: Ser grato pelo que conquistou até aqui.

Um dia desses eu vi um post fantástico no Instagram, o qual repliquei imediatamente em nossas redes sociais. Ele dizia:

Que frase fantástica! Que mensagem poderosa!

Quando dei de cara com essa frase, imediatamente interrompi minha correria de tarefas e me lembrei da infância difícil, apesar dos meus pais esforçados, morando na beira do rio em uma comunidade carioca. Recordei de ter estudado como bolsista numa pequena escola mantida por uma fábrica no subúrbio do Rio de Janeiro; de ter começado como vendedor de picolés aos 12 anos de idade, e aos 15 já estar trabalhando em um grande banco, de carteira assinada, graças a vários cursos feitos no SENAC nesse meio tempo.

Agradeci imensamente a Deus pela situação atual na qual me encontro, mesmo não sendo ainda a ideal com a qual sonhei para mim e meus familiares. Mas infinitamente muito mais abençoada do que aquela em que vim ao mundo.

 


Exercício :

📝 Escreva no caderno 50 motivos de gratidão.


Sim! 50. Quaisquer motivos. Parece absurdo e difícil, mas não é. Além de ser um exercício maravilhoso.

Assim que você terminar de ler este artigo, foque em realizar essa tarefa. Abra uma nova folha e comece agradecendo por sua vida, pela de seus familiares, por sua casa, por seu trabalho, por seus amigos… Pronto! Só de lhe explicar a tarefa já lhe dei 10% dela pronta! Agora é com você.

-” Ah, Professor Anderson. A gente já fez esse exercício numa lição anterior!”

– Sim, caro(a) aluno(a). Você tem razão! Eu já passei esse exercício na lição “Eu te agradeço, Senhor” ( clique aqui caso você não lembre de ter lido).  Caso você já tenha feito esse exercício… FAÇA-O DE NOVO!  Oras, afinal, que tipo de Cristão é você que tem preguiça de ser grato ?!?!? Tenho certeza que não o é, Amém? 😊

Ao final, faça uma oração/meditação e faça um voto pessoal de ser frequentemente mais grato à vida e a tudo o que tem sido proporcionado a você, em vez de se lamentar por aquilo que não tem.

Esse é um hábito-chave poderoso e fará muitas portas se abrirem na sua vida daqui por diante.

Semana que vem voltaremos com mais exercícios voltados à solução das dívidas. E, aí sim, começaremos a atacá-las de frente. Hoje era preciso, primeiramente, dar essa “reanimada” em você. 💪

 

Contem sempre comigo! Estarei sempre por aqui.
Forte abraço! Fiquem na Paz!

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Dívidas: parte I

enviado originalmente em 09/11/2018  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, como vai?!  Tudo bem?

Espero que esta o(a) encontre novamente na graça redentora e na paz reconfortante de NSJC.

O que você tem achado de nossos encontros? Eles têm edificado a sua vida? Você já tem notado alguma diferença em sua vida financeira desde que começamos a lhe mandar nossos estudos?

Escreva para nós! Conte sua experiência, dê sua sugestão, aponte algo que possa ser melhorado. Contamos muito com as suas orações e seu feedback para edificar ainda mais a sua vida e a de muitas pessoas.

Hoje falaremos sobre um assunto que, infelizmente, faz parte da vida damaioria dos Brasileiros hoje em dia: Dívidas.  Esse é um dos assuntos mais solicitados em todas as pesquisas que fizemos. E o estudo havia ficado tão grande, que achei melhor dividi-lo em duas partes. Mãos à obra!

Para começar, se você está endividado, o único consolo imediato que eu posso lhe dar  é te dizer: você não está sozinho.

Nesse exato momento, algo em torno de 60 milhões de brasileiros estão trabalhando mais somente para pagar juros de dívidas.

Ao observarmos a nossa vida ou a de alguma pessoa próxima que viva sob o jugo da dívida, vamos perceber sintomas de dependência, prisão, amarras… É angustiante a escravidão que a dívida financeira traz para o ser humano.

Todos os que sofrem por conta de dívidas são capazes de jurar que são vítimas do sistema ou de fatalidades, porém incrivelmente apenas uma minoria das pessoas se encontra numa situação de dívida por conta de imprevistos de saúde, acidentes ou tragédias.

Uma análise cuidadosa revela que a maioria se enredou financeiramente em dívidas por querer algo que não podia pagar e/ou financiar um bem hoje ao invés de poupar e compra-lo amanhã.

Efetivamente, famílias que gastam mais do que ganham entram num estado de dívida permanente por ter dificuldade para dizer “não” em relação a gastos e padrões de consumo do mundo moderno.

 

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“Muitas pessoas gastam dinheiro que não tem, para impressionar pessoas que não gostam para comprar coisas que não precisam.” 

(Will Rogers, ator norte-americano, 1879 – 1935)

 

 

Esse estilo de vida revela nossa aceitação e concordância com o padrão de consumo estabelecido pelo mundo, e que vai na contramão do que a Palavra de Deus nos ensina:

 

“Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes(…)” 

Hebreus 13:5a

Pelo padrão do mundo, pressões da sociedade nos levam a um padrão de consumo cada vez mais elevado. O ser humano pós-modernista se escraviza através do consumismo exagerado e da dependência das dívidas para manter o seu padrão de consumo elevado – conforme já vimos anteriormente no estudo “A maldição da classe média”.

Se não se libertarem do sistema predominante, a maioria das pessoas passará a vida inteira trabalhando para gastar com coisas, muitas vezes supérfluas, na ilusão vendida de que a felicidade está no acúmulo dessas coisas.

Entenda, o que vou dizer a seguir é muito forte, mas a verdade é que o sistema vigente depende do seu consumo contínuo para sobreviver.Mesmo que para isso você e as pessoas inseridas nele venham a morrer.

 

“As pessoas se tornam escravas simplesmente porque 

Imageaprenderam a permanecer a vida inteira trabalhando para ganhar dinheiro, enquanto deveriam colocar o dinheiro para trabalhar para elas.”

 

 

(Robert Toru Kiyosaki – autor do livro “Pai Rico, Pai Pobre)

 

 

Antes de gastar o que não tem – através das dívidas – lidando da forma errada com o dinheiro, para realizar desejos pessoais e servir ao mundo, um Cristão fiel deveria procurar conhecer os conselhos Bíblicos a respeito desta situação.

“O rico domina sobre os pobres e o que toma emprestado é servo do que empresta”

Provérbios 22:7

Dessa forma, escolha ir na contramão do sistema, do pensamento dominante que diz que “todo mundo deve”,  “o país deve”,  “que mal há em dever?”.  Ter qualidade de vida e alcançar a liberdade financeira passa primeiramente por não fazer dívidas e não se gastar mais do que ganha.

“Não seja como aqueles que,  com um aperto de mãos,  empenham-se com outros e se tornam fiadores de dívidas; se você não tem como pagá-las, por que correr o risco de perder até a cama em que dorme?”


Provérbios 22:26-27

Dívida é algo tão grave que a Bíblia compara o pecado com uma dívida que não podemos nunca pagar, porque é tão grande. Merecemos castigo por termos contraído uma dívida tão grande mas Deus decidiu nos perdoar. Na cruz, Jesus pagou a dívida toda! Agora podemos viver livre da dívida do pecado e nunca mais sermos escravos de Satanás e suas armadilhas.

“Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens.”

1 Coríntios 7:23

Parou para perceber que “bom preço” é esse ao qual o Ap. S. Paulo se refere? Sim. É o sangue de Cristo , que foi derramado para você ser livre, e não aprisionado por amarras deste mundo.

Uma vez compreendidas estas verdades, na semana que vem vou trazer para vocês dicas práticas e efetivas para evitar entrar nas dívidas e também para sair delas da melhor forma.

Minha oração é que por hoje você possa refletir sobre o estado que se encontra, e que este não é simplesmente a consequência das decisões que você vem tomando até aqui. Reconheça sua responsabilidade por sua situação atual. Pare de culpar os outros.

 

Peça a Deus que lhe mostre os ajustes que você terá que fazer em seu estilo de vida para começar a mudar esta situação de dentro pra fora, e sabedoria para fazer estes ajustes na ordem e tempo certos.

Compartilhe essa reflexão com outros irmãos de sua Igreja, discuta esse assunto na próxima reunião de seu pequeno grupo ou Ministério. Veja o que outros irmãos têm feito para se livrar das dívidas e se ajudem mutuamente a melhorar nesse sentido.

Contem sempre comigo! Estarei sempre por aqui.
Forte abraço! Fiquem na Paz!

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Finanças na ponta dos dedos

enviado originalmente em 27/06/2018  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, meus queridos irmãos e amigos!
Que a Graça e a Paz de NSJC estejam com você, sua casa e sua família!

Hoje falaremos sobre “Finanças na ponta dos dedos”. Mas, o que isso quer dizer, exatamente?

Quero lhes dizer o seguinte – grave bem: mais importante do que a quantidade de dinheiro que você ganha, ou aonde ele esteja aplicado, ou quantos bem você possua, mais importante do que tudo isso é você ter efetivamente o controle de entradas e saídas de dinheiro na sua casa.

Independente do seu nível social, nem de quantas fontes de renda possua, nem de quantas pessoas há trabalhando na sua casa, você e sua família só vão ter felicidade financeira e alcançar a liberdade da qual tanto falamos aqui desde o primeiro e-mail se você se dedicar pelo menos 1h por semana para cuidar de sua administração financeira pessoal.

Se você não fizer isso pelo seu próprio bem e de sua família lamento dizer, mas ninguém vai fazer. E depois não adiantará se queixar com Deus sobre o seu pecado de negligência.

Pense comigo e veja se você não se enquadra nesta situação, ou algo bem parecido: você trabalha pelo menos 8hs por dia ou 40 horas por semana  – fora o tempo no trânsito –  para ganhar seu salário mensal, e no final do mês você acaba tendo a sensação de que ele foi embora e nada ficou. Passa um ano e antes do Natal você reclama que não conquistou nenhuma novidade, e que só vive para trabalhar pra pagar contas…

Sim, ou com certeza?

Este é outro sentimento dominante, nocivo e maligno predominante na nossa sociedade nos dias atuais. Não é a causa, mas sim o reflexo e uma consequência do pecado. Tem haver com preguiça e falta de mordomia com os recursos que o Senhor têm disponibilizado a cada um.

São mais de 40 horas semanais de duro trabalho – trocados por dinheiro –  em contraponto a zero hora de gestão do mesmo. Nunca vai dar certo.

Quando eu sou convidado a dar palestras em igrejas, universidades, clubes e associações eu costumo usar a seguinte ilustração:

“Dinheiro é igual a um filho adolescente: Se você não sentar com ele pelo uma vez por semana para conversar, aos poucos ele vai perder a amizade com você, vai começar a andar em más companhias, e um dia vai se rebelar contra você e fugir da sua casa”.
Anderson de Alcantara

Quero dizer com isso que ter um controle financeiro pessoal é a forma básica e essencial em matéria de se lidar bem com o dinheiro. É através dele que você conhece exatamente a sua renda, os seus gastos e o que pode ser melhorado para sobrar mais dinheiro no fim do mês.

Dinheiro para fazer uma reserva financeira, investir e multiplicar sua renda. Dinheiro para ter férias inesquecíveis com a família, poder apoiar causas que você acredita, socorrer uma pessoa querida num momento imprevisto.

Não estamos falando só sobre dinheiro, mas sobre qualidade de vida. Quando você tem um bom controle financeiro, se preocupa menos com as contas do mês e, em escala, com a manutenção do seu patrimônio e do padrão de vida familiar na aposentadoria.

80% das famílias que dão respostas positivas em pesquisas sobre sua situação financeira, ao redor do mundo, independente da condição ou sua renda, possuem algum tipo de controle de receitas e despesas.

Eis aqui uma lista das coisas básicas que todo ser humano que lida com dinheiro deveria saber, ou ter acesso de forma rápida e imediata quando solicitado:

  • Conhecer sua renda;
  • Saber qual é seu custo de vida;
  • Dividir seus gastos por tipo / categoria;
  • Conhecer suas despesas extras;
  • Ter um plano e data para quitação de dívidas – se as houver;
  • Ter uma lista de objetivos;
  • Ter metas de economizar;
  • Investir suas economias.

Parece muito trabalho, mas acredite: só o é no começo, quando saímos da inércia. É o mesmo processo de começar uma dieta, ou retomar os exercícios. O mais difícil é o primeiro dia. Com o tempo e os resultados aparecendo, isso acaba se tornando um prazer.

Controlar as finanças não precisa ser algo tão complicado. Você pode fazer num caderno, numa planilha, ou usar um programa ou app para isso.

Não importa como você faça, o importante é que faça!

Para facilitar essa tarefa, meu colega Victor Leitão do Blog Mobills listou os 17 melhores aplicativos para controle financeiro pessoal existentes hoje no mercado. Que tal testar um deles?

“Assim, se vocês não forem dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio, quem lhes confiará as verdadeiras riquezas?”
Lucas 16:11

Na Parábola dos Talentos (Mateus 25:14-30) o Senhor Jesus nos ensina muitas lições. Uma delas é a respeito do pecado da negligência.

Para justificar nosso fracasso, costumamos associar riquezas materiais à ganância, e pobreza à humildade e proximidade com Deus. Esta passagem nos prova que este raciocínio está completamente equivocado. É possível pecar tanto no pouco como no muito:

“Pois a quem tem, mais será dado, e terá em grande quantidade. Mas a quem não tem, até o que tem lhe será tirado.”
Mateus 25:29

Para o servo preguiçoso, a verdade veio à tona e o castigo foi imediato. Porém para os mordomos fiéis as recompensas do Senhor foram claras: reconhecimento pessoal e aumento material!

Amém?!

Bem, eu acho que a essa altura de nossos conteúdos você já percebeu que em matéria de prosperidade financeira:

  • Não existe promessa que antes não requeira obediência;
  • Não existe resultado sem trabalho;
  • Quanto mais trabalho, mais resultado;
  • Quanto mais fidelidade, mais bênçãos.

É assim que Deus opera. Êle é o Deus do impossível. O possível cabe a nós fazer.

Peça agora mesmo a Jesus que lhe ajude a entender as mudanças que você precisa fazer no seu estilo de vida em direção ao plano perfeito que Êle traçou para você, e se permita – dia a dia, passo a passo – agir sob as orientações do Santo Espírito de Deus, fazendo a Sua vontade exatamente onde você está, daqui por diante, rumo a um alvo glorioso de vitória, honra, paz e abundância.

Fique conosco, continue orando por esse Ministério, e até o próximo encontro, se Deus quiser!

Forte abraço! Fiquem na Paz!

Prof. Anderson de Alcantara

 

 

 

 

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Afinal, é bom ser rico?

enviado originalmente em 20/04/2018  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, como vai você? Tudo bem?
Que a Graça e a Paz de NSJC estejam com você e sua casa!

O assunto de hoje é esse: Afinal, é bom ser rico?

Infelizmente a maioria dos brasileiros responderia, se fosse entrevistado(a) quanto a isso, que não. Embora, na prática, todos desejemos ao contrário: basta ver as filas que se formam nas portas das casas lotéricas toda vez que a Mega Sena fica com o prêmio acumulado. Resumidamente, a verdade é que no Brasil todos querem ficar ricos mas todos acham isso errado.  Uma grande hipocrisia.

Isso se deve ao fato de que durante boa parte do processo de formação da nossa sociedade, dada uma série de fatores (políticos, sociais e religiosos),  fomos incorporando uma cultura onde se acredita que ter dinheiro é ruim; ser rico é pecado; e que só é possível ganhar dinheiro passando outras pessoas para trás.

Este pensamento dominante, nocivo e equivocado, é um – dentre vários – que devemos exterminar da nossa sociedade se quisermos começar a nos tornar, de fato, um País em desenvolvimento.

O dinheiro é uma ótima ferramenta de colaboração com o desenvolvimento humano. Quando bem empregado, possibilita a realização de sonhos, como conhecer o mundo, comprar uma casa confortável, cuidar da saúde, ajudar ao próximo, prover a família, etc. Podemos dizer que o dinheiro é um facilitador.

Sempre defendo que ninguém deve ter como objetivo de vida se tornar um “Tio Patinhas”.  Ser rico somente para dizer que tem milhões guardados no banco, nadar no dinheiro que nem ele faz nos quadrinhos, de fato, não traz felicidade a ninguém – muitas das vezes, pelo contrário .

“Não esgote suas forças tentando ficar rico; tenha bom senso!”
Provérbios 23:4

Mas eu acredito que ser rico vai muito além de ter uma quantidade ‘X’ de zeros em sua conta bancária. Em uma definição curta, simples e direta podemos dizer que:

Ser rico é ser livre para criar e seguir seu próprio caminho”.

Em minha atuação profissional, enquanto Consultor Financeiro, tenho constatado – com cada vez mais frequência – o que já foi testado e estudado por diversos colegas meus ao redor do mundo: que independência financeira de fato é para poucos, mas que a liberdade financeira, esta sim pode seralcançada por qualquer pessoa.

Existe uma definição de independência financeira, atribuída ao bilionário norte-americano Warren Buffett, que diz:

“Independência financeira é você poder, a qualquer momento, pegar um avião para qualquer lugar do planeta , e lá permanecer o tempo que quiser sem se preocupar.”
Warren Buffet

De fato uma pessoa que possa fazer isso é uma pessoa que pode se considerar independente de patrão, governo ou família para se manter. Ela já possui ativos financeiros (Participações societárias, Rendas de aluguel, Aplicações financeiras , etc) que geram uma renda passiva constante.

Renda passiva é aquela na qual você não precisa trabalhar nem agir para receber. Exemplo: o rendimento de uma aplicação financeira que está no banco .

Embora a maioria de nós talvez demore muito ou nunca alcance esse estágio de independência financeira, por sua vez…

… a LIBERDADE FINANCEIRA deve ser almejada, trabalhada e conquistada por todos.

Liberdade Financeira significa ao longo da minha vida produtiva eu reservar parte dos meus ganhos para constituir reservas de segurança imediata (falamos disso no artigo anterior “A maldição da Classe Média”); e de acumulação para a realização de objetivos de curto médio e longo prazo.

  • Significa eu constituir a minha reserva financeira para comprar meu imóvel próprio ao invés de financiá-lo pagando juros de financiamento ao banco.
  • Significa eu juntar o meu próprio dinheiro para viver de renda quando decidir parar de trabalhar; ao invés de contar com a previdência oficial do governo ou com a ajuda da família.

Sim, a verdadeira riqueza está associada à liberdade. A liberdade de escolhas. De decidir o seu futuro sem depender da “sorte do sucesso”, da opinião ou da boa vontade de outras pessoas.

E como é possível alcançar essa liberdade?

Bem, não dá pra ensinar tudo de uma vez… Continue conosco, que ao longo desta jornada tenho certeza que você vai perceber que qualquer pessoa pode seguir esse caminho e alcançar essa tão sonhada liberdade.

Basta ter o mínimo de força de vontade, sonhar, e agir!

Pois o Senhor, o seu Deus, os está levando a uma boa terra, cheia de riachos e tanques de água, de fontes que jorram nos vales e nas colinas; terra de trigo e cevada, videiras e figueiras, de romãzeiras, azeite de oliva e mel; terra onde não faltará pão e onde não terão falta de nada; terra onde as rochas têm ferro e onde vocês poderão extrair cobre das colinas.

Depois que tiverem comido até ficarem satisfeitos, louvem o Senhor, o seu Deus, pela boa terra que deu a vocês. Tenham o cuidado de não se esquecer do Senhor, o seu Deus, deixando de obedecer aos seus mandamentos, às suas ordenanças e aos seus decretos que hoje ordeno a vocês.

Não aconteça que, depois de terem comido até ficarem satisfeitos, de terem construído boas casas e nelas morado, de aumentarem os seus rebanhos, a sua prata e o seu ouro e todos os seus bens, o seu coração fique orgulhoso e vocês se esqueçam do Senhor, o seu Deus, que os tirou do Egito, da terra da escravidão.

Ele os conduziu pelo imenso e pavoroso deserto, por aquela terra seca e sem água, de serpentes e escorpiões venenosos. Ele tirou água da rocha para vocês e os sustentou no deserto com maná, que os seus antepassados não conheciam, para humilhá-los e prová-los, a fim de que tudo fosse bem com vocês.

Não digam, pois, em seu coração: ‘A minha capacidade e a força das minhas mãos ajuntaram para mim toda esta riqueza’. Mas, lembrem-se do Senhor, o seu Deus, pois é ele que dá a vocês a capacidade de produzir riqueza, confirmando a aliança que jurou aos seus antepassados, conforme hoje se vê.
Deuteronômio 8:7-18

Tome posse dessa bênção, fazendo o que se pede para merecê-la.

Fique conosco, continue orando por esse Ministério, e até o próximo encontro, se Deus quiser!

Forte abraço! Fiquem na Paz!

Prof. Anderson de Alcantara

 

 

 

 

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A maldição da Classe Média

enviado originalmente em 24/03/2018  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, como vão? Tudo bem?
Que a Graça e a Paz de NSJC estejam convosco!

Hoje eu quero falar com vocês a respeito de um aspecto interessante com relação a como a maioria das pessoas se organizam para formar carreira e ganhar dinheiro.

O padrão da nossa sociedade moderna hoje em dia, ainda, é incentivar o indivíduo desde a infância a estudar, definir uma carreira, trabalhar e se desenvolver na tal carreira a fim de ganhar um bom salário. Seja na iniciativa privada Ou através de um concurso público

Um dos problemas desse modelo é que durante essa trajetória, na qual o indivíduo vai se desenvolvendo na sua carreira, alcançando cada vez mais postos de trabalho melhores e consequentemente salários melhores, acaba se tornando consenso que conforme o indivíduo ou a família forem melhorando a sua renda, ‘mereçam’ também melhorar o seu padrão de vida, incorporando cada vez mais gastos que agora podem ser mantidos através do padrão de renda conquistada.

Dessa forma a família troca seu pequeno primeiro imóvel no subúrbio por outro em um condomínio numa zona mais valorizada da cidade; troca o transporte público por um carro confortável; tira os filhos da escola pública e os colocam na particular; troca o lazer no litoral por viagens internacionais; e por aí afora…

Esse comportamento está descrito no livro “Eu Vou Te Ensinar a Ser Rico” de Ben Zruel, (Editora Gente, 2016) e é chamado pelo autor de “Maldição da classe média”.

Financeiramente falando, fora outros aspectos, um dos problemas desse estilo de vida é que nesse modelo o indivíduo e a família gastam sucessivamente tudo o que ganham para manter um padrão de vida que é automaticamente elevado a cada conquista salarial obtida, sem deixar margem para poupança e formação de reservas.

Ao observarmos os indicadores econômicos de poder de compra, massa salarial, endividamento, e nível de poupança na sociedade brasileira, percebemos que a maioria das famílias no nosso país vive dessa forma.

Apenas 20% das famílias no Brasil possuem uma reserva técnica financeira de segurança adequada; e apenas 6% estão economizando adequadamente hoje para poder sustentar seu padrão de vida atual na aposentadoria.

O problema desse modelo é que as famílias se tornam dependentes da continuidade e do aumento constante da renda para continuar sustentando seu estilo de vida; mas quando acontece uma queda na renda causada por desemprego, perda de comissões, diminuição de faturamento, etc., o estilo de vida fica comprometido e imediatamente há que se fazer cortes bruscos e sacrifícios, o que sempre gera frustração e, em alguns casos, pode até levar à depressão.

Quanto mais alto é o padrão de vida de uma família, mais difícil e sacrificante será adaptar-se a uma nova realidade de renda inferior, se não houve o planejamento financeiro adequado que dê suporte a um período de queda na renda.

É nesta situação que muitas famílias começam a trilhar o caminho das dívidas, de onde ficará muito mais difícil sair conforme o tempo for passando e essa situação for perdurando.

Para isso, o primeiro desafio de cada Cristão é não moldar os nossos desejos aos padrões do mundo. Nossas ambições não devem ser ditadas pela mídia, nossos parentes e amigos, nem mesmo influenciados pelos nossos irmãos.

“Pois tudo o que há no mundo – a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens – não provém do Pai, mas do mundo. O mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre”
1 João 2:16-17

Em seguida, a missão de um indivíduo ou de uma família que pretendam ser Mordomos Fiéis e ter uma vida financeira equilibrada passa a ser gastar menos do que se ganha, economizando parte do que se recebe, formando com esta sobra primeiramente uma reserva de segurança, para a cobertura de imprevistos e despesas extraordinárias.

Uma vez cumprida esta missão, continuar com esta disciplina (gastar menos do que se ganha e economizar), agora para a formação de patrimônio e construção de riqueza; a fim de conquistar seus objetivos, realizar seus sonhos e ter uma vida tranquila. Sem sustos e sem dívidas.

Comece desde já a se libertar desse sistema escravizante! Torne você mesmo – e sua família – felizes e prósperos antes de enriquecer as empresas e corporações que só querem o seu dinheiro e sacrifício.

“Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes…”
Hebreus 13:5a

Continuem conosco pois nos próximos conteúdos, por aqui e nas nossas redes sociais, continuaremos falando a respeito.

Contem sempre comigo!
Forte abraço! Fiquem na Paz!

Prof. Anderson de Alcantara

 

 

 

 

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Você e o dinheiro

enviado originalmente em 10/03/2018  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, aqui é o Anderson!
Espero que esta mensagem o(a) encontre novamente na Graça redentora e na Paz reconfortante de NSJC.

Sabe, uma das coisas que mais vi as pessoas se complicarem na vida, ao longo de 29 anos de carreira no mercado financeiro, é no seu relacionamento com o DINHEIRO.

dinheiro

 

Dinheiro é algo interessante de se analisar, porque desde sua invenção fascina, atrai e revela os verdadeiros sentimentos no coração do homem/mulher, embora no fundo não passe basicamente de uma ferramenta para facilitar um sistema de trocas.

Se eu quero trocar uma banana por uma banana, fica fácil fazer isso. Mas e se quero trocar uma banana por uma maçã? O que vale mais? Quantas bananas por maçã? E um ovo? E uma galinha?

O dinheiro também serve como reserva de capital: não consigo guardar bananas por que elas estragam. Mas se eu vender as bananas, trocando por dinheiro, consigo guardar o dinheiro.

Então basicamente o dinheiro tem essas duas funções muito práticas (e úteis): facilitar negócios e acúmulo/reserva.

Sendo assim, o dinheiro por si só não consegue ser bom ou ruim. Há uma crença popular que diz que “o dinheiro é a raiz de todos os males”. Só que na verdade não. O pensamento completo, correto, dito pelo Apóstolo São Paulo em uma de suas cartas narradas nos evangelhos nos diz:

 

“Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males…” 

1 Timóteo 6:10

 

Então, se o dinheiro é algo que não possui virtude ou defeitos próprios nem tampouco vontade ou autonomia para movimentar-se sozinho, porque ele acaba levando toda a culpa pelo fracasso de vida de algumas pessoas?

  • Por que para algumas pessoas é fácil administrar as finanças, e para outras é tão difícil?
  • Porque parece que alguns atraem dinheiro, enquanto outros o repelem?
  • Será que a vida apresenta oportunidades a todos, e as escolhas é que fazem a diferença?

Primeiramente, é preciso combater as “crenças limitantes” – ideias equivocadas que são tomadas por verdades absolutas, e que impedem muita gente de ter uma boa relação com suas finanças.

Uma das razões para isso, é o medo do dinheiro. “É o quarto maior medo do ser humano, só perdendo para o medo de falar em público, da morte e de avião, nessa ordem”. Incrível, não?!

É por isso que grande parte das pessoas sonha pequeno e acha que não tem capacidade ou não merece ter dinheiro. Então a profecia se concretiza e elas realmente não prosperam…

Outro ponto importante de encarar é que existe uma cultura negativa predominante em torno da riqueza no nosso País, onde se crê que ter dinheiro é errado, é pecado, ou que só se conseguiu obtê-lo de forma ilícita, desleal, ou explorando as pessoas.

Essa é uma das muitas armas de Satanás para nos manter no atraso e continuarmos sendo um povo miserável. Isso se deve a uma série de fatores relacionados à formação da nossa sociedade nesses 500 anos de história, impregnados de ideologia política, oligárquica e religiosa. É assunto para tese de mestrado. Coisa para se discorrer por horas. Mas o fato é que, no geral, somos um povo hipócrita: enquanto achamos errado ser rico, formamos longas filas nas portas das lotéricas quando algum prêmio alto se acumula, e corremos para nos inscrever em programas de televisão que distribuem prêmios volumosos aos participantes. Uma tremenda incoerência.

Aqui, mais uma vez enquanto Cristãos, devemos romper com o sistema mundano vigente, nos libertar de amarras de escravidão, e nos comportar diante do que nos diz o Senhor através das suas escrituras!

 

Entenda, e liberte sua mente, sabendo que para Deus não há nada de errado em você ser uma pessoa próspera. Desde que:

  • este não seja meramente o objetivo final de seus planos;
  • isso não lhe desvie dos valores do Reino e de sua Salvação;
  • você tenha a consciência de que você é MORDOMO DO SENHOR com relação a tudo o que Êle lhe confia em mãos;
  • você não se torne uma pessoa egoísta, estando sensível aos anseios da sua família, seus irmãos e da sociedade;
  • abençoe outras vidas, diretamente (ajudando) ou indiretamente (gerando empregos, apoiando oportunidades de negócios).

 

“Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de causar dano, planos de dar a vocês esperança e um futuro.”

Jeremias 29:11

 

Faça hoje ainda uma reflexão profunda e sincera sobre como tem sido a sua atitude e os sentimentos do seu coração diante do seu relacionamento com o dinheiro e os bens materiais deste mundo, pois:

 

“Assim, se vocês não forem dignos de confiança em lidar com as riquezas deste mundo ímpio, quem lhes confiará as verdadeiras riquezas?”

Lucas 16:11

 

Contem sempre comigo! Estarei sempre por aqui.
Forte abraço! Fiquem na Paz!

Prof. Anderson de Alcantara

 

 

 

 

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Eu te agradeço, Senhor !

enviado originalmente em 30/08/2017  para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, aqui é o Anderson!
Espero que esta o encontre novamente na graça redentora e na paz reconfortante de NSJC.

Mais uma vez permita-me trazer a você uma nova reflexão sobre um tema que parece ser de seu pleno conhecimento e domínio. Mas essa é uma das características que torna a Palavra de Deus viva e eficaz. Separe 10 minutinhos do seu tempo para ter esse momento à sós com Deus.

Ah! E pegue um caderno pautado e caneta, pois hoje você fará um exercício!

“Agradeçam ao Senhor por sua bondade, e por suas grandes obras em favor dos homens.”
Salmos 107:15 (Versão Católica BR)

 

 

Ao longo das reflexões anteriores, vimos meditando sobre valores-base do Reino de Deus que devem permear todas as nossas atitudes para que estas sejam reflexo da transformação que o Senhor fez em nossos corações, em todas as áreas da nossa vida: preparo, honestidade, servir, ser excelente, ser paciente, etc.

Ao falarmos de valores e virtudes estritamente financeiras, qualquer Cristão irá imediatamente elencar a FIDELIDADE e a GENEROSIDADE como sendo características que, uma vez cumpridas em nossas vidas, gera no coração de Deus uma atração em relação à nós e com isso somos automaticamente abençoados.  Eu gostaria de lhe dizer que há algo que o Senhor quer enxergar dentro de nossos corações antes destas coisas.

 

Deus se alegra quando vê um coração grato!

 

Qualquer pessoa educada sabe que deve agradecer quando recebe um presente. A verdadeira gratidão se reflete, também, de outras maneiras. Falamos para outras pessoas; cuidamos bem do presente recebido; procuramos agradar à pessoa que se mostrou generosa para conosco; etc.

A gratidão faz parte da vida do servo de Deus. Devemos mostrar a gratidão para com outros homens, mas o foco deste artigo é a nossa gratidão para com Deus.

Ela deve começar no momento em que você reconhece todas as dores, todo o sacrifício das torturas, da injustiça, da traição que Jesus sofreu para que eu e você tenhamos direito à vida eterna com Deus. Quando a gente se lembra de tudo o que Deus já fez por nós, acaba reconhecendo a presença Dele em todos os nossos caminhos.

Deus é Pai. E como tal, quer o melhor para os seus filhos. Provê o melhor. Dá presentes. Não espera recompensa. Quem é pai ou mãe sabe bem do que estou falando. É dar-se sem esperar nada em troca… a não ser um “obrigado”.

Um coração grato a Deus jamais viverá longe de Jesus, por isso está escrito:

 

“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.”
1 Tessalonicenses 5:18 (Almeida Corrigida e Revisada)

 

Gratidão é uma virtude do caráter. Quem não é grato tem problemas sérios. É uma pessoa que ainda não entendeu o código-base das relações humanas e para com Deus. É uma pessoa que acha que os demais estão aqui na terra para servi-lo, e Deus nos céus também. Um dos primeiros sinais de que estamos rejeitando a Deus é esquecer de agradecer-Lhe:

 

“Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu.
Romanos 1:21 (Almeida Corrigida e Revisada)

 

Em matéria de mordomia financeira, é muito mais fácil sermos fiéis (no dízimo e nas ofertas) e generosos (na caridade, nas doações) quando temos o nosso coração primeiramente repleto de gratidão e alegria. O desprendimento material torna-se muito mais fácil. Percebemos que nada somos, e nada temos, e que tudo vem do Senhor. O que está conosco hoje amanhã poderá estar na mão de outro administrador; logo a melhor maneira de lidar com aquilo que chega das mãos de Deus para as nossas é primeiramente dizer “Muito obrigado, Senhor, por teres me confiado este salário / essa gratificação / essa venda / essa ação na justiça / esse presente … ” Tudo, tudo, tudo.

Depois que somos gratos e declaramos isso – não só à Deus mas aos que estão à nossa volta – fica praticamente impossível não cumprir suas ordenanças e ser bondoso com aqueles que se encontram em situação economicamente pior que a nossa.

“…porque Deus ama ao que dá com alegria.”
2 Coríntios 9:7b (Almeida Corrigida e Revisada

 

Como desenvolver o hábito de ser grato

 

Bonnie D. Parkin ensinou: “A gratidão é um princípio enriquecido pelo Espírito. Ela abre nossa mente para um universo permeado das riquezas de um Deus vivo”.

Precisamos orar e pedir a influência do Espírito Santo para nos ajudar a identificar a mão de Deus em nossa vida. O Senhor ouvirá nosso clamor, e nossas orações passarão a ser enriquecidas com a gratidão às dádivas recebidas.

Podemos fazer uma lista pessoal diária daquilo que obtivemos como uma benção durante o dia, o exercício de escrever e também de falar são processo que contribuem para um ato reflexivo, organizamos nossos pensamentos e passamos a ver as coisas com maior clareza e discernimento.

 

  • Comece o dia com uma atitude de gratidão. Salmos 92:1-2:
    “Bom é render graças ao Senhor, e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo, anunciar de manhã a tua benignidade, e à noite a tua fidelidade.”
  • Dê graças a Deus em todas as situações. 1 Tessalonicenses 5:18:
    “Em tudo dai graças; porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.”
  • Quando der graças não se esqueça de donde vêm as nossas bençãos. Salmos 103:2:
    “Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nenhum dos seus benefícios.”

 

“Que darei eu ao Senhor, por todos os benefícios que me tem feito? “
Salmos 116:12 (Almeida Corrigida e Revisada)

 


EXERCÍCIO

 

📝Escreva num caderno 50 motivos de gratidão.

 

Sim! 50. Quaisquer motivos. Parece absurdo e difícil, mas não é. Além de ser um exercício maravilhoso. Assim que você terminar essa mensagem foque em realizar essa tarefa. Comece agradecendo a Deus por sua vida, pela de seus familiares, por sua casa, por seu trabalho, por sua igreja… Pronto! Só de lhe explicar a tarefa já lhe dei 10% dela pronta! Agora é com você. Ao final, faça uma bela oração ao nosso Deus e faça um voto pessoal de ser grato a Êle com mais frequência.

Surpreenda-se com os resultados.

Forte abraço! Fiquem na Paz!
Anderson de Alcantara

 

 

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No meu tempo, ou no Tempo de Deus?

enviado originalmente em 21/03/2017 para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, aqui é o Anderson!
Espero que esta o encontre novamente na graça redentora e na paz reconfortante de NSJC.

Você está com pressa? Opa, então feche esta mensagem agora e retorne – ainda hoje – assim que as coisas estiverem mais tranquilas.  Separe 10 minutinhos do seu tempo para ter um momento à sós com Deus pois trataremos hoje justamente desse recurso que vale mais do que dinheiro: o TEMPO.


 

Tudo tem seu tempo

 

Talvez você esteja abrindo essa reflexão de hoje um pouco angustiado, pois temos investido um tempo precioso com você aqui neste espaço falando de valores e fundamentos bíblicos para se alcançar a felicidade na área financeira, segundo as orientações de Deus, mas pode ser que você esteja necessitando de uma resposta urgente à questões (sim, já vou colocar no plural) pelas quais você já tem orado faz algum tempo.

Quando fazemos um pedido a Deus, imediatamente logo após o “Amém” ficamos na dúvida sobre o qual será o tempo de resposta de Deus à oração que acabamos de fazer. Geralmente saímos da sua presença com a sensação de que o tempo dÊle não “casará” com o nosso, e que prazos e oportunidades poderão ser perdidos.

Sim. O tempo de Deus é diferente do nosso. Seus caminhos não são os nossos. Vivemos segundo o tempo terreno, enquanto Deus gerencia o universo sob a perspectiva eterna. Viver aqui num mundo cujo tempo é cronometrado e esperar pelo tempo de Deus é difícil.

Quando necessário, Deus age com urgência. Sim! Eu poderia lhes relatar diversas experiências que já vivi, ou testemunhei, de respostas vindas à orações em fração de segundos. Mas em boa parte do tempo Êle está coordendando todas as circunstâncias envolvidas na realização do nosso pedido. E isso vai muito além do que estamos vendo ou sentindo.

Um bom exemplo que costumo dar é o de crianças que estão sob a promessa dos pais em que, “se amanhã fizer tempo bom” irão ao parque.  Tão logo ouvem uma promessa desse tipo os pequenos põem-se a orar, desenhar um sol no chão do quintal (quem nunca? rs) e até mesmo a fazer promessas para que amanhã tenham um belo dia de sol no parque entre si e com sua família, já que os últimos dias têm sido nublados.  Tudo o que elas vêem é essa necessidade simples: tempo bom amanhã!  Só que do outro lado da cidade, imagine que um pequeno agricultor está orando a Deus pedindo chuva, pois apesar de os últimos dias terem sido amenos, não tem caído nenhuma gota do céu. E se isso durar mais 24 horas, ele poderá perder toda a sua pequena plantação, que é o único meio de sustento de sua família…

O que você faria, como Deus, nessa situação? Mandaria chuva para o agricultor? Creio que sim. Agora pense na frustração daquelas crianças amanhã. Como mostrar a elas que você continua as amando, e que em breve poderá lhes atender seu pedido – mas não hoje?

Imagine agora a complexidade que Deus tem em lidar com 7 bilhões de necessidades diárias…

Ainda que oremos com fé, temos de lembrar que o resultado e o tempo estão nas mãos dÊle, entender e sermos gratos por isso. Ao final desta leitura leia o capítulo 3 inteiro de Eclesiastes. Ele elenca que há tempo para cada coisa debaixo do céu. Portanto, se você orou por uma bênção e ainda não a obteve, não se culpe nem tenha raiva de Deus. Ele às vezes permite que passemos um pouco de tempo mais para sermos abençoados para obter nossa atenção, a fim de poder conversar conosco. Então, continue a orar e não perca a esperança.

Vamos orar por isso? Leia estas frases inicialmente, e depois prossiga com suas próprias colocações diante do altar do Senhor:

 

“Querido Deus, sei que eu quero todas as respostas às minhas orações neste exato momento, mas Tu queres que eu seja paciente e que espere em Ti. Entrego a Ti as minhas preocupações e deixo o resultado nas Tuas mãos. Ajuda-me a descansar ciente de que o Teu tempo é perfeito e justo. Em nome de Jesus, amém!”

 

O tempo do Senhor é perfeito. Quando nos rendemos à sua autoridade, seu senhorio, sua paternidade, nos sentimos livres. Ainda que você possa não entender exatamente o que Deus está fazendo, pode confiar:  Ele está agindo!

Contem sempre comigo! Estarei sempre por aqui.
Forte abraço! Fiquem na Paz!

Anderson de Alcantara

 

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Reconhecendo o Senhor como dono de tudo

enviado originalmente em 21/02/2017 para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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“Do SENHOR é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam”. Salmos 24:1

Olá, aqui é o Anderson!
Espero que esta o encontre na graça redentora e na paz reconfortante de NSJC.

Nossa reflexão desta semana, assim como na semana passada, aparentemente versa sobre um assunto óbvio quando falamos com Cristãos que já caminham na luz há algum tempo. Mas permita-me trazer uma nova reflexão sobre esse tema. Essa é uma das características que torna a Palavra de Deus viva e eficaz. Separe 10 minutinhos do seu tempo para ter esse momento à sós com Deus.


Inúmeras passagens bíblicas ressaltam o poder e o governo de Deus sobre todas as coisas. Todos os autores bíblicos em algum momento enaltecem sua glória e majestade. Até o mais novo convertido, antes mesmo de assumir a sua condição de pecador e que o único que o pode livrar desta condenação é o Senhor Jesus, já entendeu em seu coração que tudo que existe à sua volta só foi possível pelas mãos do Criador.

 

“Tua é, Senhor, a magnificência, e o poder, e a honra, e a vitória, e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu é, Senhor, o reino, e tu te exaltaste por cabeça sobre todos. E riquezas e glória vêm de diante de ti, e tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder; e na tua mão está o engrandecer e o dar força a tudo.” 1 Crônicas 29:11 e 12

Um crente fiel reconhece que Deus é o Senhor de tudo. Ele é dono de todas as coisas e circunstâncias. Nenhuma riqueza ou poder pode ser criado pelo homem.

Até aqui, estamos juntos? Perfeito!  Se você não discorda destas afirmativas, aqui vão 2 aplicações práticas que você deve incorporar à sua vida imediatamente se quiser ser aprovado por Deus como um mordomo 100% fiel:

1) Se Deus é dono de todas as coisas Êle também é dono do dinheiro que está com você.

Inclusive dos 90% que “sobraram para você” após você ter entregue o seu dízimo. Tudo. Tudinho mesmo!

Não estou falando que você tenha que fazer alguma entrega adicional em dinheiro na casa do Senhor além do seu dízimo. Estou falando que você tem a obrigação de gastar o que ficou com você prestando contas a Êle de todo o 100% no final das contas (da semana, do mês, do ano, do que for).

Se cremos que Deus é dono de todas as coisas desta terra, e Êle nos confiou este mês a quantia ‘X’ que está nas nossas mãos, é porque Êle entende que esta quantia é suficiente para atender a todas as nossas necessidades, provendo o essencial para nós e nossas famílias, dentro de um padrão razoável, e ainda com capacidade de ajudar a promover a Sua justiça neste mundo.

O dinheiro é uma forma escritural de representação de todas as riquezas que Deus colocou neste mundo e nos deu para administrar. Quando reconhecemos Deus como proprietário de todas as coisas, todas as decisões de gasto do dinheiro que está conosco se tornam decisões espirituais.  Não perguntamos mais: “Senhor, o que Tu queres que eu faça com o meu dinheiro?” e sim: “Senhor, o que Tu queres que façamos com o Teu dinheiro?”

Como não sabem lidar com o dinheiro desta forma, muitos cristãos têm atitudes erradas em relação às posses materiais terrenas, e tomam decisões financeiras incorretas que os conduzem a consequências dolorosas.  Padrões de vida exacerbados, vaidades e excesso de desejos materiais (roupas de marca, carros possantes, celulares top de linha, viagens ao exterior, festas luxuosas, etc.) muitas das vezes construídos à base de gastos sem medida, sem constituir provisão para os dias difíceis ou até através do endividamento sem necessidade.

“Sejam vossos costumes sem avareza, contentando-vos com o que tendes(…).” Hebreus 13:5a

 

Dessa forma, um bom Cristão deve admitir que não pode sair gastando o dinheiro que o Senhor lhe confia de qualquer maneira, visando apenas o seu próprio bem-estar. Antes, deve buscar saber com Deus a melhor maneira de fazer com que este dinheiro satisfaça as necessidades familiares (imediatas e futuras), e possa ser instrumento abençoador de vidas (através de ofertas especiais e caridade).

Quando reconhecemos Deus como proprietário de todas as coisas, entendemos que tudo o que fazemos, seja para nossos patrões, para a sociedade, para a família, para o meio ambiente ou para a Igreja, na verdade estamos fazendo para Deus.  E isso nos leva à segunda aplicação prática de hoje:

2) Se tudo o que fazemos nesta terra é para cuidar do que é de Deus, tudo o que fazemos no nosso dia-a-dia devemos fazer como se fosse sempre para Êle – porque de fato o é!

O Senhor nos chamou para fazer diferença na sociedade, sendo exemplo em tudo. Não só na questão da honestidade e integridade moral, mas também ao prestarmos um serviço de excelência em tudo o quanto fizermos – e não só quando estamos na Igreja, ou trabalhando em nosso ministério ou pequeno grupo.

 

“Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte;”  Mateus 5:14

 

Pesquisas dizem que no Brasil 72% das pessoas estão insatisfeitas com seu trabalho atual. É de se esperar, pela lógica, que muitos Cristãos também o estejam. Talvez você mesmo(a) esteja insatisfeito(a) com seu trabalho. A questão é como você lida com isso.

Mediante a sua insatisfação atual você tem tido uma atuação relapsa no seu trabalho, chegando a qualquer horário, fazendo as coisas de qualquer jeito, perdendo prazos, desperdiçando materiais, passando boa parte do expediente pendurado nas suas redes sociais, indo na onda dos seus colegas e falando mal dos patrões pelos corredores?  Caso afirmativo, isso pode ser a explicação do porque as coisas tem demorado a melhorar para você…

 

“Exorta os servos a que se sujeitem a seus senhores, e em tudo agradem, não contradizendo,” Tito 2:9

 

Pode ser que para as coisas começarem a mudar na sua carreira e na sua vida financeira você tenha que mudar a sua postura quanto à execução do seu trabalho, passando a fazê-lo como se o estivesse fazendo diretamente para o Senhor e consagrando-o (o trabalho) no início e término de cada dia. Independente de quão mal-remunerado ou injustiçado você se considere.

Nesse sentido, um dos exemplos que eu mais gosto é o de José, filho de Jacó. Você conhece a história. Ele foi traído e vendido por seus irmãos, foi parar como escravo no Egito, começou a trabalhar na casa de Potifar e mesmo diante de tanta indignação e revolta que poderia desenvolver.. ele fez um excelente trabalho e adquiriu a confiança de seu patrão. Como recompensa, recebeu da esposa de seu amo uma terrível e mentirosa acusação, pela qual foi preso e foi parar na cadeia. Que injustiça! José tinha tudo para sentar num canto daquela cadeia e ficar reclamando de Deus, dos seus irmãos, dos egípcios, e da vida. No entanto, não foi isso o que ele fez:

 

“O Senhor, porém, estava com José, e estendeu sobre ele a sua benignidade, e deu-lhe graça aos olhos do carcereiro-mor. E o carcereiro-mor entregou na mão de José todos os presos que estavam na casa do cárcere, e ele ordenava tudo o que se fazia ali.  E o carcereiro-mor não teve cuidado de nenhuma coisa que estava na mão dele, porquanto o Senhor estava com ele, e tudo o que fazia o Senhor prosperava”. Gênesis 39:21 a 23

 

E o que se sucedeu em seguida, imagino que você também saiba, é que ele foi alçado a Governador do Egito, sendo o braço direito do Faraó. E, mais uma vez, realizou um trabalho de extrema excelência, e no tempo certo – conforme Deus planejara – começou a ser recompensado e abençoado, abençoando inclusive seus irmãos e seu pai.

 

“Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus.” 1 Coríntios 10:31

 

Que você possa refletir sobre o que tem feito com os recursos que o Senhor tem colocado em suas mãos para operar, trabalhar, e frutificar. Tenho certeza de que você encontrará bastante espaço para melhorar a sua relação com seu dinheiro e seu trabalho.

Compartilhe essa reflexão com outros irmãos de sua Igreja, discuta esse assunto na próxima reunião de seu pequeno grupo ou Ministério. Veja o que outros irmãos podem pensar e lhe ensinar a esse respeito e se ajudem mutuamente a melhorarem nesse sentido.

Contem sempre comigo! Estarei sempre por aqui.
Forte abraço! Fiquem na Paz!

Anderson de Alcantara


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Você é 100% honesto(a)?

enviado originalmente em 14/02/2017 para os seguidores cadastrados em nossa newsletter.
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Olá, aqui é o Anderson.
Que a Graça e a Paz de NSJC sejam contigo!

 

Primeiramente, peço-lhe que resista à tentação de não ler este artigo.

 

Sim, parece que o assunto desta reflexão é meio óbvio, e pode parecer até uma afronta me dirigir a pessoas que professam publicamente a sua Fé em Cristo perguntando-as se elas são realmente 100% honestas… mas não é. Deus quer nos falar algo a respeito disso hoje.  Separe uns 10 minutos a sós com Êle para esta reflexão.

 

Deixe eu lhe comprovar a necessidade de abordarmos esse assunto por meio de um episódio no qual eu fui protagonista.

 

Em 2009 fui indicado a participar de um treinamento de formação de professores para o curso Crown de Finanças, que seria dado pela Universidade da Família em minha cidade. Como meu Pastor e meu Líder de Ministério das Famílias queriam implantar aquele curso em nossa igreja, lá fui eu.

 

Naquele sábado, a sala alugada para ministrar esta capacitação estava repleta de representantes de diversas igrejas e denominações. Havia até gente de fora do Rio de Janeiro, uma vez que esse treinamento não acontece a todo instante.  Os participantes foram dispostos em círculo, e não em fileiras como de costume.

 

Logo após a apresentação e oração inicial, o Professor palestrante foi direto para nós com esta pergunta que está no título do e-mail:

 

– Você é 100% honesto(a) ?

 

Apontou para um dos participantes, que de pronto respondeu –“Sim!” e foi seguindo a ordem do círculo no sentido horário aguardando a resposta de cada um.

 

Eu estava do outro lado da sala, e senti um incômodo nascer no meu coração e começar a borbulhar cada célula do meu corpo. A cada irmão/irmã que respondia –“Sim!” meu coração me acusava de pequenas ilicitudes que eu cometia recorrentemente, mesmo sendo crente há mais de 30 anos, como por exemplo:

  • As apostilas da faculdade que eu imprimia no trabalho utilizando papel e toner do meu patrão, sem que o mesmo soubesse;
  • Aquele um ou outro recibo extra que eu pedia ao médico ou dentista para jogar na minha declaração de imposto de renda;
  • Aquele DVD do meu filme favorito que eu comprei no mesmo mês em que eu tinha dito para a minha esposa que estávamos sem dinheiro para sair juntos ao cinema…

Graças a Deus, antes que eu desmaiasse e acordasse somente no dia do juízo final, a pessoa ao meu lado falou seu firme –“Sim!” e quando levantei meu olhar o Professor palestrante estava com o dedo apontado para mim aguardando a minha resposta.

 

–“Não.” – eu disse, e abaixei a minha cabeça.

 

Ele prosseguiu com a sequência e quando apontou para o irmão ao meu lado, este demorou um pouco mais do que o habitual e, timidamente, balbuciou: –“Não.” – também. Em seguida, dali até ao final da roda, todos os irmãos passaram a responder –“Não.”  Ao final, o Professor palestrante perguntou se alguém gostaria de mudar a sua resposta.  Todos os que, antes de mim, haviam dito –“Sim!” com convicção, mudaram suas respostas para um –“Não.” resignado.

 

Então, o Professor palestrante se dirigiu a mim e me agradeceu por “ter liberado o –‘Não.’ remidor” daquela turma, e perguntou que motivos me levaram a fazê-lo. Citei os 3 exemplos acima e ele me pediu para parar. Provavelmente se não o tivesse feito eu iria citar todos os exemplos aparentemente pequenos de desonestidade que eu cometera na vida – mesmo tendo aceitado a Cristo aos 9 anos de idade.

 

Dali em diante ele discorreu com tremenda felicidade que o princípio-base da fidelidade é a honestidade; e seguiu com o programa.
Vamos pensar um pouco sobre isso. Faça uma pausa na leitura agora e pense se você estivesse naquela roda comigo. Liberaria o –‘Não.’ remidor da turma ou ainda se arriscaria a dar um –“Sim!” com convicção?

 

Honestidade significa ser verdadeiro, transparente, não roubar, não enganar ou defraudar ninguém. O indivíduo honesto repudia a esperteza e o desejo de querer levar vantagem em tudo e sobre todos. O oitavo mandamento da Lei de Deus nos aconselha a ter uma vida de honestidade:

 

“Não furtarás”. Êxodo 20:15

O furto é caracterizado quando alguém toma posse daquilo que não é propriedade sua. Algumas pessoas preferem “atalhos” para conquistar aquilo que não lhes pertencem. A pirataria de músicas ou filmes, por exemplo é um desses atalhos muito comuns hoje em dia. Ter um sinal de TV a cabo que não é levado diretamente pela operadora e sim por um “intermediário do bairro” também o é. Nem preciso dizer que o “gato na luz ou na água” é um roubo explícito, preciso?

 

Filosoficamente, a palavra ética vem do grego ethos, e significa: modo de ser e caráter, comportamento. A ética está diretamente relacionada com a nossa conduta em relação ao outro, estabelecendo os princípios e valores ideais para um relacionamento virtuoso e justo. De forma bem prática “Ética é aquilo que você faz mesmo quando ninguém está vendo”.  Ninguém… entre aspas, não é mesmo?

“Para onde me irei do teu espírito, ou para onde fugirei da tua face?”  Salmos 139:7

 

Quando analisamos a história da humanidade, percebemos que a desonestidade não é um problema apenas do homem do século XXI, mas é uma realidade desde os tempos mais remotos, mais precisamente, a partir da entrada do pecado no mundo.  Desde então, o comportamento humano sempre continua deixando a desejar quando o assunto é honestidade.

 

As mesmas pessoas que no dia-a-dia oferecem propina ao agente de trânsito para não serem multadas, ou que recebem um “agrado por fora” para comprar deste e não daquele fornecedor no trabalho, costumam ser ferozes atacantes da corrupção política nas conversas e nas redes sociais.

 

Recentemente, no Brasil, com o episódio da greve dos policiais militares no estado do Espírito Santo, pudemos ver que sem o policiamento nas ruas aumentaram-se exponencialmente os crimes de homicídio e os assaltos.  Famílias inteiras, inclusive com crianças, foram flagradas saqueando lojas.

 

Mas, é possível ser honesto hoje em dia? A resposta é sim. Ao examinarmos a Bíblia Sagrada podemos ver claramente que a honestidade é, não somente possível, como estimulada e exigida por Deus ao seu povo:

 

  • Deus requer e merece honestidade. Salmos 51:6: “Eis que desejas que a verdade esteja no íntimo; faze-me, pois, conhecer a sabedoria no secreto da minha alma. ”
  • O Senhor não aprova desonestidade em transações de negócios. Provérbios 20:23: “Pesos fraudulentos são abomináveis ao Senhor; e balanças enganosas não são boas. ”
  • Os filhos de pais honestos são bem-aventurados. Provérbios 20:7: “O justo anda na sua integridade; bem-aventurados serão os seus filhos depois dele. ”
  • As riquezas que foram ganhas desonestamente não duram. Provérbios 21:6: “Ajuntar tesouros com língua falsa é uma vaidade fugitiva; aqueles que os buscam, buscam a morte. ”- e, este último pode fazer o seu pastor ‘pirar’ se ver você o lendo. Não mostre a ele! -rs- :
  • Deus prefere que sejamos honestos de que demos ofertas. Provérbios 21:3: “Fazer justiça e julgar com retidão é mais aceitável ao Senhor do que oferecer-lhe sacrifício. ”(sendo que uma coisa não anula a outra, espertinho(a). Falaremos de dízimos e ofertas em outra ocasião).

 

Portanto, vivendo honestamente entre os homens glorificaremos a Deus pelas boas obras de justiça observadas em nós:

 

“Tendo o vosso viver honesto entre os gentios; para que, naquilo em que falam mal de vós, como de malfeitores, glorifiquem a Deus no dia da visitação, pelas boas obras que em vós observem”. 1 Pedro 2:12

 

Amém?  Reflita como vem sendo seu agir no trabalho, com seus patrões e/ou empregados; em casa, com sua família; com o que você tem em casa,  com os impostos que você tem que pagar.

 

Faça uma reflexão profunda em todas as áreas e veja se, de repente, você não está impedindo a mão de Deus de agir sobre a sua vida por um ou outro pecado nesta área.

 

Precisando de ajuda para confessar ou consertar algo, chame seu Pastor, ou seu líder de pequeno grupo ou Ministério e converse com ele(a).

Também estou por aqui, se precisar.
Forte abraço! Fique na Paz!
Anderson de Alcantara